MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Bolsa de Tóquio
Desceu
Bolsa da Itália
Série de ganhos
As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em alta ontem e atingiram o nível mais alto em um mês. Além disso, o índice Nikkei fechou acima de 14 mil pontos pela primeira vez desde 14 de agosto e estendeu sua série de ganhos pela terceira sessão seguida.
Índice Nikkei
O índice Nikkei fechou com avanço de 0,5%, aos 14.053,87 pontos, depois de uma alta de 3,0% na terça-feira. O nível de fechamento foi o maior desde 6 de agosto. O volume de operações foi baixo, com 2,3 bilhões de ações negociadas sob o valor de 1,8 trilhão de ienes.
Estável
Com preocupações sobre a possível ação na Síria, o índice Kospi, da Bolsa de Seul, fechou estável aos 1.933,03 pontos. Segundo o analista Bae Sung-young, da Hyundai Securities, um won coreano forte está deixando as ações do país atraentes para os investidores estrangeiros, mas Bae vê incertezas como o iminente ataque na Síria, a futura nomeação do novo presidente do Federal Reserve e a próxima reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto, que começa em 17 de setembro, como fatores que limitam a alta no índice de Seul.
Pregões
Já em Taipé, o índice Taiwan Weighted fechou em queda de 0,1% aos 8.083,44 pontos. Nas Filipinas, o índice PSEi encerrou o pregão em baixa de 1,9%, aos 5.968,33 pontos.
Recuo
As ações chinesas recuaram após as altas desencadeadas por dados positivos da indústria da China e da Europa. O índice Hang Seng caiu 0,3%, para 22.326,22 pontos, e o índice Hang Seng China Enterprises cedeu 0,2%, aos 10.233,03 pontos. O índice Shenzhen Composto fechou estável aos 1.023,81 pontos. Já o índice Xangai Composto, conseguiu um ganho de 0,2% e fechou aos 2.127,62 pontos.
Credor
O China Construction Bank esteve em foco em Hong Kong, fechando em queda de 1,4%, depois que o Bank of America vendeu suas participações restantes no credor por US$ 1,5 bilhão.
Ações cíclicas
Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 caiu 0,7%, para 5.161,60 pontos, tendo em vista que ações cíclicas, incluindo bancos e empresas de recursos naturais, tiveram dificuldades devido a aversão ao risco causada pelas preocupações com a situação na Síria. O Westpac Banking Corp perdeu 1%, o Commonwealth Bank of Australia caiu 0,4% e a BHP Billiton cedeu 0,8%.
Segundo plano
Os temores em relação à Síria acabaram deixando em segundo plano novos indicadores europeus positivos divulgados no começo da manhã. A contração do Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro no segundo trimestre deste ano, em comparação com igual período de 2012, foi revisada para 0,5%, menor do que a queda de 0,7% calculada anteriormente. Já no Reino Unido, o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços - que é o mais importante para a economia britânica - subiu para 60,5 em agosto, a leitura mais alta desde dezembro de 2006 e acima da previsão de 59,5.
Pequeno ganho
Em Londres, o índice FTSE 100 garantiu um pequeno ganho de 0,10%, a 6.474,74 pontos. Os destaques no mercado inglês, no entanto, foram de baixa. A empresa aérea Ryanair despencou 11%, após alertar que pode não atingir sua meta de lucros deste ano. A EasyJet, do mesmo setor, perdeu 5,1%.
Telecomunicações
Na bolsa francesa, o índice CAC-40 subiu 0,16%, para 3.980,42 pontos. Destacaram-se em Paris ações de telecomunicações, incluindo Bouygues (+2,7%), Orange (+1,6%) e Vivendi (+1%). Em Frankfurt, o índice DAX avançou 0,19%, a 8.195,92 pontos, com ajuda da K+S (+2,3%) e Infineon (+2,2%). Amanhã, a Alemanha vai divulgar as encomendas à indústria de julho. Em Lisboa, o índice PSI 20 teve alta de 0,21%, a 5.900,26 pontos.
Eficiência
O índice IBEX 35, das principais ações negociadas em Madri, manteve-se em território positivo durante a maior parte da sessão e fechou com ganho de 0,53%, a 8.490,30 pontos. Havia a expectativa ontem de que o governo espanhol anunciasse medidas para diminuir o peso da administração pública e aumentar sua eficiência.
Exceção
A bolsa de Milão foi a única exceção entre os principais mercados europeus, com queda de 1,35% no índice FTSE MIB, a 16.172,20 pontos, mais uma vez influenciada por riscos políticos.
(Agência Estado)





