MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Vale
Subiu
Dólar
Perdas
A última segunda-feira de agosto foi de realização de lucros na Bovespa. Inicialmente conduzida pela queda das ações da Petrobras, a perda ganhou força no final da sessão, quando as bolsas norte-americanas também viraram para o vermelho. A agenda esvaziada foi a deixa para os investidores embolsarem parte dos lucros recentes.
Pontuação mínima
O Ibovespa terminou o dia na mínima pontuação do dia, em baixa de 1,41%, aos 51.429,48 pontos. Na máxima, registrou 52.398 pontos (+0,39%). No mês, acumula ganho de 6,62% e, no ano, queda de 15,62%. O giro financeiro foi o segundo menor do mês, ao totalizar R$ 5,211 bilhões.
Penalidade
Um profissional comentou que o desempenho da Petrobras penalizou o índice por causa da ausência de uma confirmação de que o tão esperado reajuste dos combustíveis para a estatal virá. Petrobras ON caiu 2,06% e PN, 1,94%.
Vale, que operou em alta em grande parte do dia, virou para o território negativo à tarde e adicionou pressão baixista ao índice, bem como a inversão, também para o vermelho, das bolsas norte-americanas. Vale ON caiu 0,61% e PNA, 0,25%.
Estados Unidos
Nos EUA, o Dow Jones teve baixa de 0,43%, aos 14.946,46 pontos, o S&P recuou 0,40%, 1.656,78 pontos, e o Nasdaq ficou praticamente estável, com -0,01%, aos 3.657,57 pontos.
Câmbio
Depois do forte recuo ante o real na sexta-feira, o dólar à vista negociado no mercado de balcão passou por ajustes de alta ante o real ontem. O movimento foi favorecido ainda por números divulgados nos EUA e pela própria oscilação da moeda americana ante outras divisas de países ligados a commodities. Após oscilar acima de R$ 2,39 no início da tarde, o dólar encerrou o dia aos R$ 2,3880, em alta de 1,36%. Em agosto, a moeda americana acumula ganho de 4,83% e, no ano, avanço de 16,77%.
Oscilação
O dólar chegou a oscilar em baixa ante o real no início do dia, mas o movimento foi limitado. Na mínima da sessão, a moeda americana atingiu R$ 2,3510 (-0,21%) e na máxima, verificada às 12h27, marcou R$ 2,3950 (+1,66%). Da mínima para a máxima, a moeda oscilou +1,87%. Perto das 16h30 (horário de Brasília), a clearing de câmbio da BM&FBovespa registrava giro contido, de US$ 1,008 bilhão, sendo US$ 908,5 milhões em D+2. No mercado futuro, o giro do dólar para setembro era de cerca de US$ 15 bilhões, sendo que a moeda subia 1,72%, para R$ 2,3940.
Dentro da estratégia de leilões diários, o BC vendeu hoje 10 mil contratos de swap cambial (equivalente à venda de dólares no mercado futuro) com vencimento em 2/12/2013, injetando um total de US$ 497,9 milhões no sistema.
Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, a taxa do contrato futuro de juro janeiro de 2014 (246.660 contratos) marcava 9,22%, de 9,16% no ajuste anterior. O vencimento para janeiro de 2015 (401.485 contratos) indicava taxa de 10,34%, de 10,24% na sexta-feira. Na ponta mais longa da curva a termo, o contrato para janeiro de 2017 (183.015 contratos) apontava 11,52%, ante 11,44%. O DI para janeiro de 2021 (apenas 1.465 contratos) estava em 11,81%, de 11,76% no ajuste anterior.
No azul
Os mercados de ações asiáticos fecharam em alta ontem, com indicadores dos Estados Unidos e expectativas sobre a zona de livre comércio de Xangai. O índice Xangai Composto saltou 1,9% para 2.096,47 pontos.
Lucros
Já o índice Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,7%, para 22.005,32 pontos, com as ações reagindo a relatórios de lucros de algumas das maiores empresas da China.
Bolsas
O índice Kospi, da Coreia do Sul, fechou em alta de 1%, aos 1.887,86 pontos, e o australiano S&P/ASX 200 subiu 0,2%, para 5.135,40 pontos. O índice Taiwan Weighted terminou o pregão em alta de 0,3%, aos 7.894,97 pontos.
Tóquio
As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em leve queda ontem, com um dólar mais fraco e vendas nos pesos-pesados KDDI e SoftBank. O índice Nikkei perdeu 24,27 pontos, ou 0,2%, e terminou a sessão aos 13.636,28 pontos, após a alta de 2,2% na sexta-feira.
(Agência Estado)





