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Dólar

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Euro

Feriado
O feriado da Revolução Constitucionalista de 1932, que manteve o mercado de São Paulo fechado ontem, limitou os negócios com dólar a outras praças do País. Com isso, a liquidez foi bastante reduzida e a moeda americana à vista operou sem a referência do mercado futuro, já que a BM&FBovespa permaneceu fechada. No fim, o dólar negociado no balcão encerrou com leve alta de 0,27%, cotado a R$ 2,2640.

BM&F
Perto das 16h30 de ontem, a clearing de câmbio da BM&F registrava giro financeiro bastante reduzido, de apenas US$ 200,6 milhões, sendo US$ 170 milhões em D+2. Nesta segunda-feira, 8, quando a sessão já havia sido de pouco movimento, a clearing da BM&F apontou US$ 1,160 bilhão em negócios no fim do dia, sendo US$ 1,025 bilhão em D+2. Considerando o movimento de ontem, o dólar à vista acumula alta de 10,71% em 2013 e avanço de 1,48% em julho.

Liquidez
Além da baixa liquidez, o feriado fez com que bancos e corretoras operassem com um spread maior entre os preços de compra e venda de moeda. "Geralmente, isso ocorre em feriados como este, porque os bancos aproveitam para ganhar um pouco e, ao mesmo tempo, se proteger do que pode ocorrer amanhã", comentou o gerente de câmbio João Paulo de Gracia Corrêa, de Curitiba. Segundo ele, hoje pode ocorrer um ajuste de queda do dólar ante o real, principalmente se o câmbio no Brasil acompanhar o cenário visto para as moedas emergentes ontem.

Avanço
No exterior, o dólar avançava na tarde de ontem ante o euro, mas mantinha-se em queda em relação a boa parte das divisas com elevada correlação com commodities, como o dólar australiano, o dólar canadense e o dólar neozelandês. A alta do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China, de 2,7% em julho ante o mesmo mês do ano anterior, acima dos 2,5% esperados, foi bem recebida sob o ponto de vista da atividade, mas analistas afirmaram que o resultado remete a expectativas de alta de juros.

Moedas
Neste cenário, às 16h36 de ontem, o dólar americano caía 0,61% ante o australiano, tinha baixa de 0,28% ante o canadense e recuava 0,65% ante o neozelandês. O dólar também caía 0,89% ante a rupia da Índia e cedia 0,31% ante a lira da Turquia, autoridades dos dois países anunciaram medidas para conter o avanço do dólar ante as moedas locais.

Euro
No caso do euro, a divulgação do rebaixamento, pela Standard & Poor's (S&P), do rating de crédito da Itália pesou sobre a moeda comum, assim como as declarações do diretor do Banco Central Europeu (BCE) Jöerg Asumussen, dando conta de que a instituição pode manter os juros baixos além dos próximos 12 meses. No meio da tarde (16h36), o euro era cotado a US$ 1,2787, ante US$ 1,2870 do fim da tarde de segunda.

Brasil
No Brasil, pela manhã, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,26% na primeira prévia do mês, ante alta de 0,43% em igual período do mês passado. A taxa anunciada ficou abaixo do intervalo das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo AE Projeções, que esperavam de alta de 0,31% a 0,68% (mediana de 0,52%).

Tóquio
A bolsa de valores de Tóquio fechou em forte alta ontem, beneficiada pela firmeza do dólar e com o dado de inflação na China indicando que o crescimento da maior economia da Ásia segue razoavelmente robusto.O índice Nikkei subiu 363,56 pontos, ou 2,6%, encerrando a sessão em 14.472,90 pontos, depois de uma queda de 1,4% na véspera. Dos 33 subíndices do Nikkei, 32 subiram hoje.

China
Na China, o índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 2,7% em junho em relação ao mesmo mês do ano passado, acima da alta de 2,1% em bases anualizadas em maio, segundo dados do Centro Nacional de Estatísticas. O aumento na inflação chinesa ultrapassou a média de 2,5% de ganhos previstos pelos 18 economistas ouvidos pela Dow Jones. Em relação a maio, a inflação em junho permaneceu estável.

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