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Bovespa

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Dólar

Bovespa
Em mais um pregão 'colado' às bolsas internacionais, a Bovespa conseguiu escapar das perdas vistas mais cedo e acabou subindo. Isso graças a inversão para cima também das bolsas norte-americanas, que, depois de um dia praticamente todo em baixa, encerraram em alta e nas máximas da sessão.

Alta
A Bolsa doméstica terminou o dia de ontem em alta de 0,16%, aos 52.884,83 pontos. Na mínima, registrou 52.244 pontos (-1,05%) e, na máxima, 52.937 pontos (+0,26%). No mês, acumula perda de 1,16% e, no ano, de 13,24%. O giro financeiro totalizou R$ 7,270 bilhões.

Auxílio-desemprego
O único indicador conhecido nos EUA ontem foi o de auxílio-desemprego e ele veio em linha com as expectativas. Segundo os dados do Departamento de Trabalho, o número de trabalhadores norte-americanos que entrou pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu 11 mil, para 346 mil, na semana até 1º de junho, ante previsão de 345 mil solicitações.

Dow Jones
As bolsas, que passaram boa parte do dia em baixa influenciadas pelo sinal negativo dos índices europeus, à tarde passaram a subir com a expectativa em relação aos dados do mercado de trabalho, que serão conhecidos hoje. Os índices fecharam na máxima: o Dow Jones subiu 0,53%, aos 15.040,62 pontos, o S&P avançou 0,85%, aos 1.622,56 pontos, e o Nasdaq teve valorização de 0,66%, aos 3.424,05 pontos.

Copom
No Brasil, o principal destaque do dia foi negativo à Bovespa que, no entanto, preferiu mirar o exterior. A ata do último encontro do Copom, no qual a Selic subiu de 7,5% para 8% ao ano, sinalizou que o Banco Central pode endurecer sua ação de política monetária, o que reduz ainda mais a atratividade da renda variável.

Petrobras
A retomada da Bolsa passou pela Petrobras, que operou em alta por mais tempo do que a Vale, mas fechou com valorização menor. Petrobras ON subiu 0,11% e PN, 0,21%. Um operador comentou que o que pode ter ajudado os papéis foi a notícia de que a empresa encontrou indícios de óleo e gás em um poço terrestre no campo Jucupemba, na bacia do Espírito Santo. Vale ON encerrou com alta de 1,16% e a PNA, de 1,41%.

Europa
As bolsas europeias fecharam ontem em queda, revertendo a direção de alta durante a fala do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, após a reunião de política monetária da instituição. Segundo analistas, a falta de novos estímulos para a economia desagradou os investidores. O índice Stoxx 600 encerrou a sessão com queda de 1,16%, aos 291,69 pontos.

Câmbio
O dólar negociado no balcão fechou em baixa de 0,42% ante o real, cotado a R$ 2,1220. O recuo foi inferior ao visto no exterior, onde a moeda americana caía de forma mais intensa ante outras divisas com elevada correlação com commodities e o euro.

BM&F
Na mínima de ontem, verificada às 9h34, o dólar foi cotado a R$ 2,1150 (-0,75%) e, na máxima, às 11h21, atingiu R$ 2,1330 (+0,09%). Perto das 16h30 (horário de Brasília), a clearing de câmbio da BM&F registrava giro financeiro de US$ 2,258 bilhões, sendo US$ 2,177 bilhões em D+2. O dólar pronto da BM&F teve baixa de 0,30%, para R$ 2,1300, com apenas 13 negócios registrados. No mercado futuro, o dólar para julho era cotado a R$ 2,1320, em baixa de 0,42%.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o contrato de DI com vencimento em outubro de 2013 (286.310 contratos) estava em 8,21%, de 8,18% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2014 (662.560 contratos) apontava 8,57%, ante 8,50% nesta quarta e após tocar na máxima de 8,64%. No trecho intermediário e longo da curva de juros, o juro com vencimento em janeiro de 2015 (701.535 contratos) indicava 9,22%, ante 9,10% na véspera e após atingir máxima de 9,40%. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 (381.660 contratos) marcava 9,93%, de 9,84% nesta quarta e após tocar na máxima de 10,17%. O DI para janeiro de 2021 (36.800 contratos) estava em 10,44%, ante 10,40% no ajuste anterior e após chegar à máxima de 10,69%.

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