Desceu
Dow Jones

Subiu
Vale

Resumo
O exercício de opções sobre ações 'empatou' a Bovespa na primeira etapa de negócios ontem. O índice trabalhou a manhã pressionado e em baixa, mas, finalizado o vencimento, virou para cima e subiu empurrado principalmente pelos ganhos das ações da Vale. No exterior, as bolsas norte-americanas fecharam praticamente no zero a zero, com ligeiras perdas.

Ibovepa
O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,97%, aos 55.700,77 pontos. Na mínima, registrou 54.630 pontos (-0,97%) e, na máxima, 55.705 pontos (+0,98%). No mês, acumula perda de 0,37% e, no ano, de 8,62%. O giro financeiro totalizou R$ 10,691 bilhões. "Depois do exercício, a Bolsa se ajustou, em alta, independente do mercado externo", comentou um operador, ao explicar que houve uma demanda compradora. "Acho que o mercado ficou mais leve e Vale foi a principal propulsora dos ganhos", citou.

Vale
Os papéis da Vale vinham sendo castigados recentemente, em meio às preocupações com a economia chinesa e à queda do preço do minério de ferro. Mas ontem tiveram uma recuperação firme e com volume consistente: as ações PNA lideraram o giro individual da bolsa, com R$ 913,759 milhões. Esta ação avançou 3,81%, enquanto os papéis ordinários subiram 3,92%.
Petrobras também deu sua parcela de contribuição para o avanço do índice, principalmente depois do fechamento das bolsas norte-americanas. A PN subiu 1,25% e a ON, 1,42%.

CSN
CSN ON terminou com elevação de 2,24%, apesar das preocupações do mercado com relação ao endividamento da companhia. A CSN confirmou que está participando do processo de venda dos ativos siderúrgicos da ThyssenKrupp, nos Estados Unidos e no Brasil, e que a atual parceria com o consórcio japonês na Namisa poderá ser desfeita.
Gerdau PN, +1,76%, Metalúrgica Gerdau PN, +1,96%, e Usiminas PNA, +2,65%.

Dow Jones
Nos EUA, as bolsas fecharam com pequenas quedas. O Dow Jones recuou 0,12%, aos 15.335,28 pontos, o S&P cedeu 0,07%, aos 1.666,29 pontos, e o Nasdaq terminou com retração de 0,07%, aos 3.496,43 pontos.

Câmbio
Pela quinta sessão consecutiva, o dólar à vista fechou em alta ante o real no mercado de balcão, na contramão do exterior, onde a moeda americana caía ante o euro e outras divisas com elevada correlação com commodities. O avanço ocorreu em sintonia com os dados negativos da balança comercial brasileira na terceira semana de maio, divulgados à tarde, mas alguns profissionais disseram que certo fluxo de saída de dólares pode ter definido a alta. Embora a moeda tenha chegado a atingir R$ 2,040 ao longo do dia, o Banco Central (BC) manteve-se distante do mercado.

Alta
O dólar à vista no balcão fechou o dia em alta de 0,05% ante o real, cotado a R$ 2,0390 no balcão. Esta é a maior cotação de fechamento desde 22 de janeiro deste ano, quando a moeda encerrou a R$ 2,0440. Nas últimas cinco sessões, a moeda acumulou ganhos de 1,44%. Em maio, a moeda à vista já avançou 1,85%. Na cotação mínima de hoje, verificada às 10h22, o dólar marcou R$ 2,0280 (queda de 0,49% ante o fechamento de sexta-feira) e, na máxima, às 15h30, atingiu R$ 2,0400 (avanço de 0,10%). Perto das 16h30 (horário de Brasília), a clearing de câmbio da BM&F registrava giro financeiro de US$ 3,181 bilhões, sendo US$ 3,070 bilhões em D+2. O dólar pronto da BM&F subiu 0,07%, para R$ 2,03860. No mercado futuro, o dólar para junho era cotado a R$ 2,0435, em alta de 0,12%.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o contrato de DI com vencimento em julho de 2013 (121.155 contratos) marcava máxima de 7,53%, de 7,52% no ajuste anterior. O DI com vencimento em janeiro de 2014 (372.165 contratos) apontava 8,13%, de 8,10% na sexta-feira. O juro com vencimento em janeiro de 2015 (155.455 contratos) indicava 8,56%, de 8,52%. Entre os longos, o contrato com vencimento em janeiro de 2017 (125.065 contratos) marcava máxima de 9,22%, ante 9,12% na sexta-feira, e o DI para janeiro de 2021 (8.375 contratos) estava em 9,83%, de 9,73% no ajuste anterior.

(Agência Estado)

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