Subiu
Vale
Desceu
Petrobras


Emprego
A melhora dos dados de emprego nos Estados Unidos impulsionou os mercados acionários internacionais de maneira generalizada e ajudou a Bovespa a fechar em alta ontem, embora sem força suficiente para ultrapassar o nível dos 56 mil pontos. O bom humor externo e o aumento do apetite dos investidores por ativos de risco beneficiaram a Vale, mas a Petrobras intensificou as perdas na última hora do pregão e por pouco não levou a Bolsa para o vermelho.

Giro
O Ibovespa encerrou a sessão com avanço de 0,30%, aos 55.488,08 pontos, após passar toda o dia no azul. Na mínima do dia, subiu +0,01%, aos 55.330 pontos e, na máxima, foi aos 56.366 pontos, em alta de 1,89%. O giro financeiro foi consistente, totalizando R$ 9,943 bilhões.

Ibovespa
Com o desempenho desta sexta, a Bolsa termina esta semana, encurtada pelo Feriado do Dia do Trabalhador, com alta acumulada de 2,28%, a segunda valorização semanal consecutiva. No mês de maio, no entanto, a Bolsa tem queda de 0,75%, enquanto no ano, tem perda de 8,96%.

Blue chips
Os papéis da Vale se recuperaram em relação à queda de quinta-feira e subiram 0,93% os ON e 1,42% os PNA. Já a Petrobras foi o patinho feio da Bolsa na sessão de ontem e quase acabou com a festa. Na última hora do pregão, as ações foram às mínimas do dia e por pouco não fizeram o Ibovespa migrar para o campo negativo. Petrobras ON e PN encerraram em queda de 1,30% e 1,23%, respectivamente.

ANP
Durante a tarde, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou que a produção diária de petróleo em março caiu 8,2% na comparação com o mês anterior, somando 1,853 milhão de barris por dia.

OGX
Depois de passar o dia em alta, OGX ON terminou estável. A companhia teve confirmada participação na terceira prévia da carteira teórica do Ibovespa. A fatia da empresa "X" passou de 5,032% na segunda prévia para 5,041% na atual, que passa a vigorar no pregão da próxima segunda-feira, 6, com 70 ativos de 65 empresas.

Altas
Os destaques de alta do Ibovespa ontem ficaram por conta de Rossi Residencial ON (+3,63%), Cetip ON (+3,48%), B2W ON (+3,17%), Embraer ON (+3,07%) e Light ON (+2,75%).

Quedas
Na outra ponta, as principais quedas no índice ontem foram MMX ON (-5,91%), Oi ON (-5,36%), Oi PN (-2,75%), Lojas Renner ON (-2,17%) e Usiminas ON (-2,04%).

Wall Street
Em Wall Street, o índice Dow Jones, que superou sua máxima histórica mais cedo, fechou em alta de 0,96%, enquanto o S&P 500 subiu 1,05% e o Nasdaq avançou 1,14%. A euforia diante dos dados de emprego fez com que outros dados negativos divulgados ontem fossem ignorados, como a queda acima da esperada de 4,0% nas encomendas à indústria norte-americana em março e o recuo do índice de atividade dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços dos EUA para 53,1 em abril.

Câmbio
Na cotação mínima do dia, vista às 9h32, o dólar atingiu R$ 2,0060 (-0,25%) e, na máxima, às 11h55, marcou R$ 2,015 (+0,20%). Da mínima para a máxima, a moeda estrangeira oscilou +0,45%.

Dólar
À tarde, o movimento da moeda no Brasil passou a ser mais contido, com os investidores em compasso de espera para o fim dos negócios. Pouco antes do fechamento, o dólar à vista passou a oscilar em território positivo. Perto das 16h30, a clearing de câmbio da BM&F registrava giro financeiro de US$ 2,258 bilhões, sendo US$ 1,981 bilhão em D+2. O dólar pronto da BM&F fechou a R$ 2,010 (-0,17%), com 25 negócios realizados. No mercado futuro, o dólar para junho era cotado a R$ 2,0185 no horário acima, em leve baixa de 0,05%.

Juros
Ao término da negociação regular na BM&FBovespa, o contrato de DI com vencimento em julho de 2013 (306.240 contratos) marcava 7,435%, de 7,41% no ajuste anterior. O DI com vencimento em janeiro de 2014 (247.075 contratos) apontava 7,93%, de 7,87% ontem. O juro com vencimento em janeiro de 2015 (523.165 contratos) indicava 8,27%, de 8,19% na véspera. Entre os longos, o contrato com vencimento em janeiro de 2017 (203.895 contratos) marcava 8,82%, de 8,74% antes, e o DI para janeiro de 2021 (17.670 contratos) estava em 9,40%, de 9,34% no ajuste anterior.

(Agência Estado)

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