Subiu
Petrobras

Desceu
Juros

Ganhos
O exterior positivo, o balanço da Petrobras e os ajustes da nova composição da carteira teórica do Ibovespa garantiram um pregão de ganhos para a Bolsa brasileira. O grande destaque foi Petrobras, ao entregar resultados acima do esperado pelo mercado, o que levou os papéis da estatal e superarem 5% de ganhos e liderarem o giro da carteira.

Giro
O Ibovespa terminou a última segunda-feira do mês em alta de 1,17%, aos 54.887,25 pontos. Na mínima, o índice operou estável, aos 54.254 pontos e, na máxima, 55.336 pontos (+2%). No mês, acumula perda de 2,60% e, no ano, de 9,95%. O giro financeiro totalizou R$ 9,121 bilhões.

Lucro
A Petrobras anunciou lucro de R$ 7,693 bilhões de janeiro a março deste ano, resultado 16,51% menor do que no mesmo período do ano passado, mas 17,45% acima do esperado pelos analistas. O Ebitda ajustado trimestral totalizou R$ 16,231 bilhões, com retração de 1,76% na comparação com igual período do ano passado. Os analistas previam Ebitda de R$ 12,86 bilhões. Por causa do balanço, o Bank Of America Merrill Lynch elevou a recomendação para os papéis da estatal de neutro para compra.

Petrobras
Petrobras ON fechou com ganho de 6,21% e a preferencial teve elevação de 5,50%.

OGX
OGX novamente liderou as altas do Ibovespa ontem, ao disparar 18,58%, em meio à expectativa de maior participação na nova carteira teórica do Ibovespa.

Vale
Vale ON teve valorização de 1,42% e a PN, de 1,07%.

Exterior
No exterior, as notícias agradaram, com destaque para a formação de um governo na Itália, para a aprovação de um projeto de lei para destravar mais ajuda para a Grécia e também indicadores favoráveis nos EUA.

EUA
O Dow Jones terminou em alta de 0,72%, aos 14,818,75 pontos. O S&P teve elevação também de 0,72%, para o nível recorde de 1.593,61 pontos, e o Nasdaq subiu 0,85%, aos 3.307,02 pontos.

Câmbio
Na contramão do exterior, o dólar passou a maior parte da sessão em alta ante o real, num movimento de ajuste, após ter caído 1,05% na semana passada. A desvalorização recente da moeda norte-americana ocorreu, em parte, pela antecipação de entrada de recursos esperada com emissões corporativas e ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês), como a da BB Seguridade e a da Smiles, que estrearam ontem na Bovespa. Além disso, segundo operadores, houve pressão de fundos na rolagem de contratos futuros.

Dólar
O dólar começou o dia em baixa, acompanhando o comportamento ante outras divisas, mas inverteu o sinal ainda pela manhã. O dólar à vista no balcão encerrou em alta de 0,35%, a R$ 2,0060. A mínima foi de R$ 1,9920 (-0,35%) e a máxima, de R$ 2,0070 ( +0,40%). O giro financeiro, perto das 17 horas, era de US$ 2,916 bilhões, sendo US$ 2,361 bilhões com liquidação em dois dias úteis (D+2).

Futuro
No mercado futuro, perto das 17 horas, o dólar para maio de 2013, que vence na próxima quinta-feira, subia 0,22%, a R$ 2,005. A mínima foi de R$ 1,9920 (-0,42%) e a máxima, de R$ 2,008 (+0,37%). O contrato de dólar para junho de 2013 subia 0,30%, a R$ 2,0155, tendo oscilado de R$ 2,0020 (-0,37%) a R$ 2,0175 (+0,39%)

Ptax
A taxa Ptax de ontem fechou em R$ 1,9999, com queda de 0,01% em relação ao fechamento de sexta-feira (R$ 2,0001). A taxa Ptax diária é resultado de quatro coletas feitas no decorrer da primeira metade dos negócios que, hoje, foram de R$ 1,9965 (10h07), R$ 1,9990 (11h10), R$ 2,0009 (12h04) e R$ 2,0030 (13h09).

Juros
Ao término da negociação normal na BM&F, o contrato de DI com vencimento em julho de 2013 (apenas 3.110 contratos) marcava máxima de 7,43%, de 7,42% no ajuste anterior. O DI com vencimento em janeiro de 2014 (167.910 contratos) apontava 7,90%, de 7,91% na sexta-feira. O juro com vencimento em janeiro de 2015 (199.215 contratos) indicava 8,24%, de 8,28% antes. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 (97.865 contratos) marcava 8,84%, ante 8,87%, e o DI para janeiro de 2021 (12.595 contratos) estava em 9,51%, igual ao ajuste anterior.

(Agência Estado)

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