MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Petrobras
Desceu
Banco do Brasil
Ganhos
A sexta-feira foi de agenda esvaziada, sinal positivo no exterior e ganhos para a Bovespa. O principal índice da Bolsa brasileira trabalhou o dia todo em alta e passou a maior parte da sessão com elevação acima de 1%, sustentada por Petrobras e OGX. Vale e bancos, que chegaram a operar em baixa, viraram para cima e contribuíram para um desempenho mais forte do índice.
Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia com valorização de 1,44%, aos 53.928,92 pontos. Na mínima, registrou 53.169 pontos (+0,01%) e, na máxima, 54.018 pontos (+1,60%). Com o desempenho de ontem, encerrou a semana em baixa de 1,88%. No mês, acumula queda de 4,30% e, no ano, de 11,52%. O giro financeiro totalizou R$ 6,124 bilhões.
Bolsas
As bolsas externas trabalharam ontem majoritariamente em alta. Dow Jones, que operava com leve queda, virou para cima no final da sessão norte-americana, enquanto o Nasdaq elevou o ganho, o que ajudou a impulsionar mais compras aqui no Brasil. Dow Jones subiu 0,07%, aos 14.547,51 pontos, S&P teve ganho de 0,88%, aos 1.555,25 pontos, e Nasdaq terminou com evolução de 1,25%, aos 3.206,06 pontos.
Petrolíferas
O desempenho doméstico foi sustentado pelas ações das petrolíferas brasileiras. Petrobras ON subiu 4,04%, PNA, 3,70%, OGX ON, 7,94%. Fora do índice, HRT também teve forte elevação, de 6,79%.
Petrobras
A Petrobras repetiu o comportamento da véspera, ontem sustentado por um relatório do Credit Suisse recomendando a aquisição dos papéis. OGX subiu com notícias de que representantes da empresa e da Petronas, petroleira da Malásia, foram recebidos pelo superintendente da ANP, André Barbosa, o que criou no mercado a expectativa de que a Petronas esteja negociando a compra de blocos com a OGX.
Vale
Vale, que chegou a cair, subiu e sustentou ganho de 0,63% na ON e de 0,66% na PNA. O mesmo aconteceu com bancos, que pela manhã recuaram com notícia veiculada na imprensa de que o governo poderia elevar o compulsório recolhido pelos bancos ao Banco Central, numa estratégia para tentar conter o avanço da inflação. Apenas Banco do Brasil seguiu em baixa e caiu 0,86%. Bradesco PN subiu 1,16%, Itaú Unibanco PN, 2,20%, Santander unit, 2,03%.
Câmbio
O mercado de câmbio aproveitou a trégua vista no exterior para fechar em queda ontem, a R$ 2,010 (-0,40%). Ainda assim, teve valorização de 0,75% de segunda-feira até ontem.
Dólar
O dólar à vista no balcão fechou em queda de 0,40%, a R$ 2,0100, A mínima foi de R$ 2,0030 (-0,74%) e a máxima, de R$ 2,0140 (-0,19%). Perto das 17 horas, o giro financeiro no mercado à vista era de US$ 2,472 bilhões, sendo US$ 2,078 bilhões para liquidação em dois dias úteis. O dólar para maio de 2013 caía 0,54%, a R$ 2,012. A mínima foi de R$ 2,0065 (-0,81%) e a máxima de R$ 2,0185 (-0,22%). Na BM&F, o dólar pronto fechou em queda de 0,60%, a R$ 2,0094.
Juros
Ao término da negociação normal na BM&F, o contrato de DI com vencimento em julho de 2013 (456.945 contratos) marcava máxima de 7,41%, de 7,39% no ajuste anterior. O DI com vencimento em janeiro de 2014 (708.915 contratos) apontava máxima de 7,87%, de 7,84% ontem. O juro com vencimento em janeiro de 2015 (475.755 contratos) indicava 8,35%, também na máxima e de 8,30% antes. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 (225.900 contratos) marcava 8,96%, ante 9,00% na véspera, e o DI para janeiro de 2021 (39.010 contratos) estava em 9,56%, ante 9,60% no ajuste.
Europa
As bolsas de valores europeias fecharam em alta ontem, após uma semana com quatro quedas consecutivas nos principais índices. Investidores voltaram ao mercado em busca de pechinchas, o que ajudou na retomada dos preços. A alta foi vista especialmente nas ações ligadas às commodities - exatamente aqueles que lideraram a queda recente. Somente a Bolsa de Frankfurt fechou a sessão de ontem em queda, mas todos os índices fecharam a semana em baixa. Após o fechamento do mercado, a Fitch Ratings rebaixou o rating AAA do Reino Unido para AA+, com perspectiva estável, o que deve repercutir na sessão de segunda-feira.
(Agência Estado)





