Subiu
Vale

Desceu
Petrobras


Volatilidade
A Bovespa trabalhou em queda mais forte pela manhã, acompanhando as perdas do mercado externo, mas melhorou à tarde, com o desempenho favorável de Vale e OGX. Petrobras também teve recuperação, mas ainda fechou no vermelho. O vencimento de opções sobre ações na próxima segunda-feira adicionou volatilidade ao pregão, que acompanhou as perdas registradas no mercado externo.

Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia com variação negativa de 0,79%, aos 54.962,65 pontos. Na mínima, registrou 54.458 pontos (-1,70%) e, na máxima, 55.531 pontos (+0,23%). O resultado de ontem acabou imputando perdas à Bolsa na semana, de 0,16%. A última vez que a bolsa subiu na semana foi em 8 de março. No mês e no ano, a Bovespa acumula perdas de, respectivamente, 2,47% e 9,83%. O giro financeiro totalizou R$ 7,396 bilhões.

Vale
As ações da Vale foram o diferencial da tarde de ontem, depois que o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, deu uma entrevista na qual informou que, embora ainda não exista uma decisão sobre a participação especial no setor de mineração, a tendência é não haver esta cobrança. Segundo ele, o novo código de mineração deve ser anunciado no período de 15 a 30 dias.

Alta
A notícia fez a Vale, que estava em baixa, subir até 5%. O ímpeto de alta, no entanto, acabou contido e o desempenho dos papéis foi um pouco mais fraco. As ações ON subiram 1,29% e as PNA, 1,64%.

OGX
Mais cedo, no entanto, os papéis da OGX já tinham aliviado o sinal negativo da Bolsa brasileira diante da expectativa de que a empresa divulgaria ontem seu relatório de produção de março com números melhores do que o mercado está trabalhando. O papel chegou a bater em 10,3% de elevação, mas fechou com variação menor, de +6,16%, a R$ 1,55.

Petrobras
Ainda no setor, Petrobras terminou com retração de 1,20% na ação ON e de 0,17% na PN.

EUA
No geral, o mercado acompanhou ontem o sinal negativo das bolsas internacionais. Em Wall Street, o Dow Jones fechou estável, aos 14.865,06 pontos, o S&P 500 teve baixa de 0,28%, aos 1.588,85 pontos, e o Nasdaq perdeu 0,16%, aos 3.294,95 pontos.

Varejo
Destaque ontem para as vendas no comércio varejista do país que, em março, recuaram 0,4%, ante previsão de -0,1%. O índice de preços ao produtor (PPI) também caiu mais que o previsto no mês passado, em -0,6% ante estimativa de -0,4%.

Câmbio
A moeda norte-americana fechou ontem em queda de 0,35% ante o real, a R$ 1,9700 no balcão. Segundo operadores, o fluxo cambial foi ligeiramente negativo durante a segunda metade dos negócios.

Giro
O giro financeiro registrado na clearing de câmbio da BM&F até 16h39 era de US$ 2,192 bilhões, sendo US$ 1,883 bilhão para liquidação em dois dias. O dólar pronto negociado na BM&F fechou em R$ 1,9760, com leve alta de 0,08% e três negócios. Além disso, o dólar futuro para maio de 2013 caía 0,35%, a R$ 1,9840, no horário acima.

Juros
Ao término da negociação normal na BM&F, o contrato de DI com vencimento em julho de 2013 (862.495 contratos) marcava 7,52%, de 7,32% no ajuste anterior. O DI com vencimento em janeiro de 2014 (1.752.380 contratos) apontava 8,17%, de 7,92% ontem. O juro com vencimento em janeiro de 2015 indicava máxima de 8,67%, de 8,50% na véspera. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 marcava 9,26%, ante 9,16% anteontem, e o DI para janeiro de 2021 estava em 9,73%, ante 9,69% no ajuste.

Europa
O índice FTSE da Bolsa de Londres perdeu 0,49%, fechando a 6.384,39 pontos. Na semana, entretanto, o indicador subiu 2,15%. Em Paris, o CAC-40 recuou 1,23%, encerrando a sessão a 3.729,30 pontos. No acumulado da semana houve alta de 1,80%. E o índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, caiu 1,61% e fechou a 7.744,77 pontos. No resultado semanal o avanço foi de 1,12%.

Itália
Em outras praças, o índice FTSE-Mib, da Bolsa de Milão, perdeu 1,50%, fechando a 15.780,08 pontos. Na Bolsa de Madri o IBEX-35 recuou 1,46%, para 8.040,40 pontos. Em Lisboa o PSI-20 teve retração de 0,27%, a 5.923,09 pontos.
(Agência Estado)

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