Desceu
Ibovespa

Subiu
Dow Jones


Bovespa
A Bovespa voltou a patinar nesta sessão, mais uma vez descolada do sinal positivo dos mercados internacionais. A realização de lucros generalizada após quatro sessões de alta foi puxada por OGX, Vale e Petrobras. O vencimento de opções sobre ações e de Ibovespa futuro na próxima semana também teria influenciando o desempenho, segundo profissionais.

Giro
O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,40%, aos 55.400,91 pontos. Na mínima, registrou 55.174 pontos (-1,80%) e, na máxima, 56.284 pontos (+0,17%). No mês, acumula perda de 1,69% e, no ano, de 9,11%. O giro financeiro totalizou R$ 6,33 bilhões.

Vale
Vale ON caiu 2,46% e PNA, 1,52%, ainda repercutindo a votação, na quarta-feira, pelo STF, sobre a cobrança de Imposto de Renda e Contribuição Social de Lucro Líquido (CSLL) de controladas e coligadas no exterior. Em relatório, o Citi Research considerou que os papéis da Vale ficariam novamente fracos ontem, já que muitos investidores estavam confiantes que o resultado final seria conhecido anteontem, o que não aconteceu. Essa indefinição, segundo a instituição, é negativa.

Ações
O exercício de opções sobre ações na próxima semana também teve influência sobre o mercado e sobre os papéis, assim como aconteceu com Petrobras. A ação ON perdeu 2,29% e a PN, 2,33%.

OGX
Ontem, de novo, OGX caiu mais um pouco, em nova mínima histórica, depois de relatório reduzindo o preço-alvo do papel para R$ 0,80. O papel fechou em baixa de 6,41%, a maior do índice.

Exterior
No exterior, as bolsas norte-americanas fecharam novamente em alta e, mais uma vez, Dow Jones e S&P renovaram suas máximas históricas. Dow fechou em elevação de 0,42%, aos 14.865,14 pontos, enquanto o S&P subiu 0,36%, aos 1.593,37 pontos. Nasdaq teve valorização de 0,09%, aos 3.300,16 pontos.

EUA
O dado de auxílio-desemprego conhecido pela manhã ajudou a dar sustentação às ações, já que o número de pedidos foi menor do que o previsto. Os pedidos norte-americanos de auxílio-desemprego feitos na semana passada recuaram para 346 mil, ante previsão de queda para 360 mil solicitações. O dado da semana anterior foi revisado para cima, a 388 mil pedidos, de 385 mil originalmente.

Câmbio
O dólar para maio de 2013 chegou a subir levemente pela manhã, mas logo voltou a cair e, às 16h48, era negociado estável, a R$ 1,981. O dólar pronto na BM&F fechou em queda de 0,28%, a R$ 1,9745. O giro financeiro à vista era de US$ 2,332 bilhões, sendo US$ 2,087 para liquidação em dois dias úteis (D+2).

Ptax
A taxa Ptax de ontem fechou em R$ 1,9736, com queda de 0,37% em relação ao fechamento de ontem (R$ 1,9810). A taxa Ptax é resultado de quatro coletas feitas no decorrer da primeira metade dos negócios que, ontem, foram de R$ 1,9715 (10h12), R$ 1,9755 (11h04), R$ 1,9730 (12h10) e R$ 1,9745 (13h07).

Juros
Ao término da negociação normal na BM&F, o contrato de DI com vencimento em julho de 2013 (963.415 contratos) marcava 7,32%, de 7,28% no ajuste anterior e após atingir máxima de 7,40% pela manhã. O DI com vencimento em janeiro de 2014 (770.235 contratos) apontava 7,92%, de 7,90% ontem e de máxima de 8,03%. O juro com vencimento em janeiro de 2015 (386.930 contratos) indicava 8,50%, de 8,48% na véspera. O contrato com vencimento em janeiro de 2017 (161.420 contratos) marcava 9,16%, ante 9,11% ontem, e o DI para janeiro de 2021 (11.790 contratos) estava em 9,69%, ante 9,66% no ajuste.

Europa
As bolsas de valores da Europa fecharam em alta ontem, após um leilão de bônus relativamente bem-sucedido da Itália e um dado positivo sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. O índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,60%, fechando a 294,96 pontos.

Itália
O Tesouro italiano vendeu um total de 7,169 bilhões de euros em um leilão de bônus que incluiu um novo papel de três anos com taxa fixa, a reabertura de um papel de 15 anos e um papel de quatro anos com taxa flutuante. O foco do leilão ficou concentrado nos novos bônus com vencimento em maio de 2016, cujo montante vendido somou 4,0 bilhões de euros, conforme o pretendido.
(Agência Estado)

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