MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Dólar
Desceu
Juros
Pregão
As ações da Vale devolveram as perdas de quase 2% registradas no pior momento do dia e ajudaram na melhora do Ibovespa, que acabou fechando bem longe da mínima da sessão. Petrobras, que superou 3% de ganhos, foi o principal destaque positivo do dia, enquanto Vale teve um pregão de recuperação. OGX, que oscilou entre altas e baixas, também firmou-se no azul e ajudou a amenizar o sinal negativo do índice que, mais uma vez, fechou na contramão de Nova York.
Ibovespa
O Ibovespa caiu 0,18%, aos 57.281,02 pontos. Na mínima, registrou 56.722 pontos (-1,16%) e, na máxima, atingiu 57.850 pontos (+0,81%). No mês, acumula perda de 0,25% e, no ano, de 6,02%. O giro financeiro totalizou R$ 7,759 bilhões.
Copom
A ata da última reunião do Copom, ontem, poderia ter algum efeito para amenizar o desempenho do índice, já que ela foi mais suave do que gostaria o mercado e deu a entender que o aumento da Selic pode não vir no encontro de abril. E, se vier, pode ser menor do que o esperado. Vale lembrar que alta dos juros penaliza a renda variável a favor da renda fixa.
Bancos
Mas não foi o que aconteceu. Seu impacto ficou limitado aos bancos. Itaú Unibanco PN perdeu 1,52%, Bradesco PN, 0,30%, Santander Unit, 0,13%. BB ON acabou virando para cima e fechou com ganho de 0,38%.
EUA
Vale, que atingiu quase 2% de perdas na mínima do dia, foi melhorando ao longo da sessão com a evolução dos ganhos das bolsas norte-americanas - Dow e S&P subiram 0,5% e Nasdaq terminou na máxima da sessão. Vale ON teve alta de 0,40% e Vale PNA terminou com evolução de 0,81%.
Petrobras
Petrobras ON avançou 3,14% e a PN, 3,30%, ainda repercutindo notícia veiculada na quarta-feira informando que o governo estaria estudando a concessão de um aumento para a gasolina, provavelmente no segundo semestre.
OGX
OGX também fechou com ganho, de 0,84%, depois de oscilar bastante entre altas e baixas. O desempenho foi ajudado pela declaração de comercialidade de alguns poços, informada ontem pela empresa.
Câmbio
O dólar à vista no balcão fechou em alta ontem, pela quarta sessão consecutiva, e na cotação máxima do dia, a R$ 1,9770 (+0,25%). O resultado ampliou o ganho acumulado desde segunda-feira para 1,38%. Com isso, o dólar também passou a exibir alta de 0,05% em março. Em 2013, porém, o desempenho segue negativo, em 3,33%.
Juros
No fim da sessão regular, a taxa do contrato futuro de juros com vencimento em julho de 2013 (703.380 contratos negociados) marcava 7,18%, ante 7,28% de ontem. O DI para janeiro de 2014 (721.685 contratos) estava em 7,84%, ante 7,96%, enquanto o vencimento de janeiro de 2015 (443.945 contratos) tinha taxa de 8,62%, ante 8,70%. Na ponta mais longa, a taxa do DI para janeiro de 2017 (175.420 contratos) estava em 9,38%, ante 9,40% de ontem, enquanto o contrato para janeiro de 2021 marcava 9,84%, ante 9,86%.
Europa
As bolsas de valores europeias fecharam em alta, com os índices de Paris, Lisboa e Milão atingindo máximas de fechamento, após receberem suporte de um leilão de bônus da Espanha, dados dos Estados Unidos e notícias corporativas. Os índices foram impulsionados também pelas expectativas de que uma cúpula de dois dias de líderes europeus, que começou ontem, se concentrará em discussões sobre a necessidade de estimular o crescimento e o emprego no continente.
Tóquio
A Bolsa de Tóquio fechou em terreno positivo ontem, com um novo enfraquecimento do iene ante o dólar. Além disso, as imobiliárias - como a Mitsui Fudosan e a Mitsubishi Estate - se juntaram a Fast Retailing e lideraram o mercado de maior após a Câmara Baixa do Parlamento japonês aprovar os indicados do governo para chefiar o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês). O índice Nikkei subiu 1,2%, para 12.381,19 pontos, quebrando uma sequência de dois dias seguidos de queda.
(Agência Estado)





