Subiu
Ibovespa

Desceu
Bolsa de Milão

Ações
Os dados divulgados pelo mundo vieram bons e agradaram os investidores, que se posicionaram no risco e compraram ações. As bolsas, assim, subiram e, no Brasil, os ganhos foram patrocinados por Vale e Petrobras.

Alta
No final, a Bolsa registrou alta de 0,99%, aos 60.351,16 pontos. Na mínima, o índice registrou 59.742 pontos (-0,03%) e, na máxima, os 60.496 pontos (+1,23%). No ano até hoje, o índice acumula desvalorização de 0,99%. Na semana, a Bolsa perdeu 1,34%. O giro financeiro totalizou R$ 7,195 bilhões.

Vale
As ações da Vale foram um dos destaques da sessão, já que a alta do preço do minério de ferro, os dados de atividade da China e o seu relatório de produção constituíram um tripé que deu sustentação à recuperação das ações. A ação ON avançou 1,47% e a PNA, 1,29%.

Petrobras
Mas foi a Petrobras quem roubou a cena. Embora a empresa tenha anunciado uma descoberta de hidrocarboneto, os profissionais garantiram que a notícia só serviu de pano de fundo para uma recuperação dos papéis, que haviam sofrido muito nos últimos dias. "Até porque, não adianta descobrir petróleo e estar lá embaixo", comentou um profissional da mesa de renda variável.

Petroleira
A ação ON subiu 2,14% e a PN, 2,10%. No mesmo setor, OGX ON também recuperou parte das recentes e avançou 1,22%.

EUA
Nos EUA, as bolsas operaram o dia todo em alta, influenciadas pelo payroll que, embora tenha mostrado menor criação de vagas do que o previsto para o mês de janeiro, trouxe revisão em alta dos dados de 2012.

Câmbio
Na cotação mínima do dia, vista perto das 11h30, o dólar à vista no balcão marcou R$ 1,9790 (-0,40%) e, na máxima, logo no início do dia, atingiu R$ 1,9920 (+0,25%). Perto das 17h30 (horário de Brasília), a clearing de câmbio da BM&F registrava giro financeiro de US$ 2,719 bilhões, sendo US$ 2,397 bilhões em D+2. Já o dólar pronto da BM&F não registrou negócios ontem. No mercado futuro, o dólar com vencimento em março era cotado a R$ 1,9955, com queda de 0,13%.

Juros
Ao término da negociação normal na BM&F, a taxa para julho de 2013 (111.180 contratos) estava em 7,08%, de 7,05% no ajuste. O contrato para janeiro de 2014 (151.210 contratos) marcava taxa de 7,26%, ante 7,22% na véspera. O DI para janeiro de 2015 (308.490 contratos) indicava 7,99%, ante 7,95% no ajuste. Entre os mais longos, o contrato para janeiro de 2017 (96.660 contratos) tinha taxa de 8,84%, ante 8,85% ontem, e o DI para janeiro de 2021 (1.510 contratos) apontava 9,54%, ante 9,58% no ajuste.

Londres
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta, impulsionadas pelo relatório do mercado de trabalho nos Estados Unidos e outros indicadores positivos. Alguns índices, no entanto, foram pressionados pelo desempenho negativo das ações do setor bancário e pelo anúncio do pagamento de 27 bancos de empréstimos recebidos por meio da operação de refinanciamento de longo prazo (LTRO, na sigla em inglês) de três anos do Banco Central Europeu (BCE).

Milão
O índice pan-europeu Stoxx 600 ganhou 0,34%, fechando a 288,20 pontos. Somente Milão e Madri fecharam em baixa ontem. O governo da Espanha está enfrentando um escândalo de corrupção dentro do Partido Popular, enquanto na Itália crescem as preocupações com perdas milionárias para o banco Monte dei Paschi di Siena em consequência de transações com produtos financeiros estruturados.

Ásia
Grande parte dos mercados de ações asiáticos fechou em alta ontem, avançando durante a sessão após digerir mensagens divergentes de indicadores industriais da China. Dois conjuntos de dados divulgados ontem cedo sobre a atividade manufatureira chinesa apontaram diferentes tendências no setor.

China
Na China, a reação foi mista, com o índice Hang Seng, de Hong Kong, terminando em leve baixa de 0,03%, a 23.721,84 pontos, enquanto o índice Xangai Composto na China avançou 1,4%, para terminar em 2.419,02 pontos. O índice Shenzhen Composto subiu 0,9%, para 944,28 pontos.

Tóquio
As ações na Bolsa de Tóquio fecharam em alta, terminando o pregão no maior nível em 33 meses, desde 27 de abril de 2010, uma vez que o iene continuou seu movimento de queda, ajudando as montadoras como a Toyota Motor e Fuji Heavy Industries. Ao mesmo tempo, resultados corporativos sólidos atraíram lances para o Softbank, Japan Tobacco, e outras empresas. O índice Nikkei avançou 0,5%, para 11.191,34, após um aumento de 0,2% na sessão anterior.

(Agência Estado)

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