Subiu
Vale

Desceu
Petrobras

Último pregão
O salto de quase 4% das ações da Vale foi insuficiente para garantir um ganho robusto para a Bovespa em seu último pregão do mês. O tombo de OGX e a queda de Petrobras serviram de âncora e o Ibovespa não fechou muito longe da estabilidade. O fechamento de janeiro, no entanto, serviu para muitos gestores defenderem posições e garantirem um dia de alta à Bovespa, mas foi insuficiente para reverter o quadro mensal.

Ibovespa
No final, o índice subiu 0,72%, aos 59.761,49 pontos. Na mínima, registrou 59.114 pontos (-0,38%) e, na máxima, 59.771 pontos. No mês e no ano, o índice registrou perdas de 1,95%. O giro financeiro totalizou R$ 8,884 bilhões.

Vale
Vale avançou 3,90% na ação ON e 3,78% na PNA, puxada por uma recomendação do Bank of America (BofA) Merrill Lynch, pela alta do minério de ferro e pela queda recente.

Petrobras
Por outro lado, Petrobras ON recuou 0,65% e PN, 0,66%, com a expectativa de um balanço decepcionante a ser conhecido na próxima segunda-feira e vindo de uma ressaca pós-aumento da gasolina abaixo do porcentual desejado pelo mercado. OGX ON, por sua vez, liderou as baixas do índice ao tombar 6,18%.

Bancos
No Brasil, Santander e Fibria, que divulgaram balanços, fecharam em +0,83% e -1,01%, respectivamente.

Câmbio
A definição da taxa Ptax, que servirá de referência para liquidação de derivativos cambiais hoje, trouxe volatilidade para os negócios com dólares na manhã de ontem. Enquanto os investidores vendidos no mercado futuro puxavam o dólar para baixo, os comprados exerciam pressão contrária. Após a Ptax fechar, no início da tarde, a negociação da moeda deixou de lado os fatores técnicos e se firmou no território negativo, para terminar cotada a R$ 1,9870 no balcão, em baixa de 0,15%. No mês, o dólar recuou 2,84% ante o real no balcão. Profissionais disseram que, finalizada a briga pela Ptax, voltou a predominar no mercado a percepção de que um dólar mais fraco interessa ao Banco Central, como forma de conter a inflação.

Cotações
Na cotação máxima do dia, o dólar no balcão marcou R$ 1,9930 (+0,15%) e, na mínima, R$ 1,9830 (-0,35%). Da máxima para a mínima, a moeda oscilou -0,50%. Às 17h14 (horário de Brasília), a clearing de câmbio da BM&F registrava giro financeiro de US$ 4,253 bilhões, sendo US$ 3,907 bilhões em D+2. Já o dólar pronto da BM&F, com apenas sete negócios, fechou em baixa de 0,18%, a R$ 1,9880. No mercado futuro, o dólar com vencimento em fevereiro era cotado a R$ 1,9885, com queda de 0,05%, enquanto a moeda para março era cotada a R$ 1,9975, com baixa de 0,03%.

Juros
Ao término da negociação normal na BM&F, a taxa para julho de 2013 (34.945 contratos) estava em 7,05%, de 7,04% no ajuste. O contrato para janeiro de 2014 (64.585 contratos) marcava taxa de 7,22%, ante 7,20% na véspera. O DI para janeiro de 2015 (201.790 contratos) indicava 7,95%, ante 7,91% no ajuste. Entre os mais longos, o contrato para janeiro de 2017 (92.780 contratos) tinha taxa de 8,85%, ante 8,83% ontem, e o DI para janeiro de 2021 (2.890 contratos) apontava 9,58%, ante 9,56% no ajuste.Londres
As bolsas da Europa fecharam em queda com uma série de indicadores e notícias corporativas negativas, pressionadas pela queda nas vendas no varejo da Alemanha e pelo aumento acima do esperado nos pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos. Somente a Bolsa de Milão fechou em alta, recuperando parte das perdas registradas ontem. O índice pan-europeu Stoxx 600 recuou 0,49%, fechando a 287,22 pontos.

Ásia
Os mercados acionários da Ásia fecharam em direções divergentes ontem, sob a influência dos resultados das empresas locais e à espera da divulgação de indicadores da China. Considerando os impactos mais amplos do mercado, os maiores estímulos econômicos vieram dos EUA, que divulgou o crescimento do PIB do quarto trimestre na quarta-feira.

Tóquio
As ações da Bolsa de Tóquio terminaram o pregão com ganho modesto, uma vez que o entusiasmo por ações financeiras desencadeado pelos resultados positivos do Sumitomo Mitsui Financial Group ajudou a compensar números decepcionantes de Advantest, Canon e outros. O índice Nikkei avançou 0,2%, para 11.138,66 pontos, após o acréscimo de 2,3% no dia anterior. O volume da bolsa foi forte com 3,75 bilhões de ações negociadas.

(Agência Estado)

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