MERCADO FINANCEIRO
Desceu
Bolsa de Tóquio
Subiu
Carrefour
Tóquio
O mercado de ações de Tóquio fechou em forte queda, uma vez que a recuperação do iene prejudicou as empresas exportadoras como a Honda, Fanuc e Canon. Além disso, a recomendação das ações da Fast Retailing foi rebaixada pelo Goldman Sachs, levando o índice Nikkei ao pior declínio desde maio.
Nikkei
O Nikkei caiu 2,6%, para 10.600,44 pontos, após atingir o maior nível em 32 meses na sessão anterior. A sessão de ontem apresentou a pior queda em pontos porcentuais desde o recuo de 3,0% observado no dia 18 de maio de 2012. O volume de operações se manteve robusto, em linha com os últimos pregões, totalizando quase 3,65 bilhões de ações negociadas.
China
Na China, as empresas de energia renovável lideraram as perdas, uma vez que os investidores realizaram lucros após o forte rali observado nos últimos dois dias. O índice Xangai Composto terminou a sessão em queda de 0,7%, a 2.309,50 pontos. O índice chegou a recuar 2,0%, o nível mais baixo da sessão, para 2.279,51, mas foi se recuperando durante o pregão. O índice Shenzhen Composto recuou 0,3%, para 929,73 pontos.
Filipinas
A Bolsa de Manila, nas Filipinas, também recuou por causa da realização de lucros. Com alto volume de operações, o índice PSEi caiu 0,8%, para 6.037,01 pontos.
Taiwan
O índice Taiwan Weighted da Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou em queda de 0,8%, a 7.700,43 pontos, puxado para baixo pelas empresas de tecnologia. Segundo o analista Mars Hsu, da Grand Cathay Securities, os investidores estão cautelosos, à espera da divulgação das receitas das grandes companhias de tecnologia.
Coreia do Sul
O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, terminou o pregão em baixa de 0,3%, aos 1.977,45 pontos, influenciado pela venda de investidores de outros países nos mercados à vista (spot) e de futuros, disseram analistas.
Austrália
Na Austrália, o índice S&P ASX/200 fechou em alta de 0,5%, aos 4.738,40 pontos, com ganhos de empresas do setor de saúde, bancos, telecomunicações. No lado negativo, a BHP Billiton, Rio Tinto e Fortescue Metals caíram entre 0,5% e 1,5%, depois de o preço do minério de ferro à vista recuar 1,1%, para US$ 152,90 por tonelada na terça-feira.
Europa
As principais bolsas da Europa fecharam em queda ontem, em sua maioria, pressionadas pela redução na projeção de crescimento da Alemanha e a forte queda nas vendas das montadoras do continente em dezembro. Uma relatório nada animador do Banco Mundial para a economia global este ano também manteve os investidores cautelosos. Mesmo assim, o índice pan-europeu Stoxx 600 avançou 0,02%, fechando a 286,03 pontos.
Bolsas
O índice FTSE da Bolsa de Londres perdeu 0,22%, fechando a 6.103,98 pontos. As mineradoras lideraram as perdas, pressionadas pelo relatório do Banco Mundial (Xstrata -3,42%, Anglo American -3,06% e Antofagasta -0,62%). Já na Bolsa de Frankfurt, o índice DAX ganhou 0,20% e fechou a 7.691,13 pontos. Entre os destaques de alta aparecem a empresa química Lanxess, com ganho de 2,98%, e a Adidas, que registrou valorização de 2,60%. A companhia do setor de saúde Fresenius avançou 2,96%, após o banco UBS colocar a ação na sua lista de 40 empresas globais.
Paris
Em Paris, o índice CAC-40 avançou 0,30%, encerrando a sessão a 3.708,49 pontos. O Société Générale perdeu 2,84%, após ter sua recomendação rebaixada pela corretora Cheuvreux. A montadora Renault perdeu 1,86%, em função dos dados sobre as vendas de carro na Europa. Já a varejista Carrefour avançou 2,22%, antes da divulgação das suas vendas no quarto trimestre do ano passado, que acontece hoje.
Milão
Na Bolsa de Milão, o índice FTSE-Mib perdeu 0,73%, fechando a 17.339,95 pontos. Em Madri, o índice IBEX-35 caiu 0,23%, a 8.581,10 pontos. E em Lisboa o PSI-20 registrou queda de 0,31%, encerrando a sessão a 6.111,28 pontos.
EUA
Enquanto isso, nos EUA foram divulgados alguns indicadores positivos. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de dezembro ficou estável ante novembro, em linha com a expectativa dos analistas. Já a produção industrial norte-americana cresceu 0,3% em dezembro, como esperado, atingindo o maior nível desde meados de 2008. E quatro grandes bancos divulgaram balanço ontem, todos positivos, de um modo geral.
(Agência Estado)





