Valorização

O Ibovespa encerrou o pregão de ontem com valorização de 1,18%, aos 57.836,78 pontos. Na máxima, o índice atingiu 58.274 pontos (+1,95%) e, na mínima ficou estável, nos 57.161 pontos. No mês, a perda foi reduzida para 2,26% e, no ano, o ganho foi ampliado para 1,91%. O giro financeiro somou R$ 6,200 bilhões.
Principais altas

Entre as principais altas do índice ontem, os papéis ON e PNA da Vale avançaram 5,63% e 5,57%, respectivamente.
Vale

A Vale reportou lucro líquido em USGAAP de US$ 1,669 bilhão no período, recuo de 66,2% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. O lucro é o menor desde o primeiro trimestre de 2010, quando a mineradora registrou ganhos de US$ 1,604 bilhão. O Ebitda ajustado alcançou US$ 3,738 bilhões, retração de 61,2% ainda na relação anual. Excluindo o efeito de itens não recorrentes, a geração de caixa somou US$ 4,3 bilhões no terceiro trimestre.
Ganho

OGX ON também figurou entre as principais altas, com ganho de 2,59%. O acionista controlador, o empresário Eike Batista, outorgou à companhia o direito de exigir que ele subscreva novas ações ordinárias, ao preço de R$ 6,30 cada, até o limite máximo de US$ 1 bilhão.
Petrobras

Petrobras, que divulga balanço hoje, após o fechamento do mercado, também subiu, acompanhando o preço do petróleo no mercado internacional. A ação ON avançou 1,12% e a PN subiu 0,97%. Na Nymex, os contratos futuros da commodity com vencimento em dezembro encerraram com valorização de 0,37%, a US$ 86,05 o barril.
Bancos

Os bancos também voltaram a subir, depois de apanharem desde o início da semana por conta de seus resultados fracos. Bradesco PN mostrou alta de 2,46%, Itaú Unibanco PN avançou 1,42%, Banco do Brasil ON subiu 1,93% e as units do Santander registraram valorização de 0,92%. O banco espanhol reportou ontem lucro líquido de R$ 1,46 bilhão no terceiro trimestre deste ano no padrão contábil internacional, o IFRS, queda de 18,7% ante o mesmo intervalo do ano passado.
EUA

Em Nova York, às 17h17, o índice Dow Jones subia 0,04%, o S&P 500 ganhava 0,19% e o Nasdaq, +0,13%. Mais cedo, as ações chegaram a operar no vermelho, após informações de que a agência de classificação de risco Fitch poderia rebaixar o rating de dívida soberano do país.
Câmbio

Poucos minutos após a abertura do dólar no balcão, o Banco Central (BC) anunciou uma nova intervenção no mercado de câmbio e deu o tom dos negócios para o restante do dia. O leilão de swap cambial reverso promovido pelo BC, que equivale à compra de dólares no mercado futuro, sustentou a moeda no 2mercado à vista de balcão, impedindo baixas maiores no início do dia, quando o dólar era pressionado no exterior. À tarde, a moeda ficou congelada ante o real até o fechamento.
Dólar

Ao fim da sessão, o dólar à vista mostrou baixa de 0,05% no balcão, cotado a R$ 2,026. Na cotação mínima do dia, a moeda marcou R$ 2,025 e, na máxima, atingiu R$ 2,027. Pouco depois das 16h30, o giro financeiro somava US$ 1,715 bilhão (US$ 1,633 bilhão em D+2). Na BM&F, a moeda à vista fechou em baixa de 0,06%, a R$ 2,0253, com 18 negócios. Às 16h44, o dólar para novembro de 2012 estava cotado a R$ 2,028, estável.
Banco Central

O viés de baixa para o dólar verificado no exterior no início do dia fez o Banco Central agir rapidamente. A autoridade monetária vendeu 28.300 contratos de swap cambial reverso com vencimentos em 3/12/2012 e 2/1/2013, em um total financeiro de US$ 1,413 bilhão. O resultado representou a venda de 94,3% da oferta de até 30 mil contratos.
Juros

Ao término da negociação normal na BM&F, a taxa projetada pelo DI janeiro de 2013, com 64.925 contratos, estava em 7,11%, nivelado ao ajuste. A taxa do contrato de juro para janeiro de 2014 (94.520 contratos) marcava 7,34%, ante 7,36% quarta. Entre os longos, o DI janeiro de 2017 (116.110 contratos) indicava 8,53%, ante 8,55% na véspera. O DI janeiro de 2021, com giro de 10.545 contratos, apontava 9,20%, ante 9,24% no ajuste.
(Agência Estado)

mockup