Ganho

A Bovespa encerrou a segunda-feira em leve alta, amparada, principalmente, pelas ações da Vale e da Petrobras que subiram puxadas pelo vencimento de opções sobre ações. O Ibovespa registrou ganho de 0,07%, aos 67.730,31 pontos. Os papéis da mineradora subiram 0,70% o ON e 0,12% o PNA. Já as ações da petroleira avançaram 0,20% a ON e 0,66% a PN. O vencimento de opções sobre ações movimentou R$ 6,409 bilhões, dominado por opções de compra R$ 6,047 bilhões. A opção de compra de Vale PNA a R$ 40,00, liderou o movimento, com giro de R$ 528,8 milhões, seguida de Petrobras PN a R$ 23,83 por ação que movimentou R$ 523,8 milhões em opções de compra.
Opções

Segundo um operador, ontem foi um dia típico de vencimento de opções: volatilidade pela manhã, e depois, passado o vencimento, a Bolsa acompanhando a performance das ações que mais realizaram opções ontem. ''(Os negócios seguiram) dentro da normalidade de um dia de exercício. A Bolsa ficou travada em cima do exercício'', disse, ressaltando ainda que, como não houve nada expressivo no exterior, a Bolsa ficou totalmente atrelada ao evento interno.
No azul

A menos de uma hora do fechamento, no entanto, as ações da Vale passaram para o vermelho e arrastaram o Ibovespa junto, mas, na sequência, os papéis voltaram a subir e também trouxeram o índice para o azul.
Lucros

Segundo uma outra fonte, a mudança de direção da Vale ocorreu porque alguns investidores preferiram embolsar os lucros do dia (day trade). ''Muitos investidores compraram opção de ação da Vale e após o encerramento do exercício venderam os papéis. Isso, geralmente, ocorre quando os investidores tentam puxar o papel e não conseguem, então vendem'', disse a fonte.
Ibovespa

Na mínima, o Ibovespa atingiu 67.547 pontos (-0,20%) e, na máxima 68.159 pontos (+0,70%). O giro financeiro ficou em R$ 12,448 bilhões, sendo R$ 6,409 referentes ao exercício.
Na Ásia

Assim como na sexta-feira, os mercados asiáticos apresentaram sinais distintos ontem. Algumas bolsas da região tiveram influência positiva de fatores internos, enquanto outras andaram de lado, após os números mistos de Wall Street, e fecharam em baixa, depois dos decepcionantes números da economia norte-americana, que renovaram as preocupações sobre a desaceleração econômica global.
Em queda

As bolsas europeias fecharam em leve baixa ontem, com a falta de catalisadores positivos e com os investidores cautelosos após os ganhos registrados na semana passada em todos os mercados de ações e a bolsa europeia ter atingido a maior alta em oito meses na sexta-feira. Além disso, o resultado dos swaps de default de crédito (CDS, na sigla em inglês) não chegou a ter grande repercussão em todas as classes de ativos. Nos Estados Unidos, a confiança das construtoras de moradias ficou estável em março.
Dow Jones

O índice Dow Jones registrou pequeno ganho de 0,05%, o S&P 500 subiu 0,40% e o Nasdaq, +0,75%.
Câmbio
Além de respeitar o piso informal de R$ 1,80 durante todo o dia, o dólar à vista retomou a alta ontem, interrompendo duas quedas acumuladas em 0,39%.
Leve alta

O dólar abril 2012 ampliou levemente a alta para 0,44%, a R$ 1,8170 por volta das 16h55, ante R$ 1,8130 (+0,22%) antes das declarações de Augustin. Às 17h05, este vencimento estava na máxima, R$ 1,822 (+0,72%) e respondia por um giro de US$ 7,890 bilhões, de um total movimentado com três vencimentos, de US$ 7,979 bilhões, possivelmente o menor volume registrado este mês.
Para cima

No fechamento, o dólar à vista subiu 0,22%, a R$ 1,8060 no balcão, e ganhou 0,32%, a R$ 1,8062 na BM&F. O giro total à vista movimentado até 16h51 somava US$ 1,369 bilhão (US$ 1,104 bilhão em D+2).
Juros

Ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2013 (168.525 contratos) estava em 9,00%, ante 8,98% no ajuste na sexta-feira, enquanto o DI janeiro de 2014 (231.880 contratos) marcava 9,74%, de 9,64%. O DI janeiro de 2017, com giro de 34.495 contratos, apontava 10,95%, de 10,84% na sexta-feira, e o DI janeiro de 2021 (3.385 contratos) indicava a máxima de 11,44%, de 11,36%.
(Agência Estado)

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