MERCADO FINANCEIRO
Dólar subiu
Bolsa de Jacarta desceu
Para cima
O dólar comercial fechou em alta ontem, dia de baixa liquidez nas operações locais devido ao feriado municipal em São Paulo. A moeda norte-americana avançou 0,49%, cotada a R$ 1,761 na venda. No mês e no ano, o dólar acumula desvalorização de 5,75% ante o real.
Doméstico
A oferta no mercado aéreo doméstico brasileiro superou a demanda no mês de dezembro. De acordo com dados divulgados ontem pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a demanda no último mês do ano passado apresentou um crescimento de 7,27%, enquanto a oferta foi ampliada em 9,14%. A taxa de ocupação ficou em 70,40%, abaixo da registrada em dezembro de 2010, quando foi de 71,62%.
Internacional
No mercado internacional, por sua vez, ocorreu o inverso: a demanda superou a oferta no mês de dezembro. Enquanto a demanda cresceu 2,43%, a oferta teve uma elevação de 0,62%. A taxa de ocupação ficou em 76,66%, acima dos 75,30% registrado em dezembro de 2010.
Em Tóquio
A Bolsa de Tóquio apresentou fortes ganhos nesta quarta-feira. Os robustos resultados da Apple no quarto trimestre e a desvalorização do iene em relação ao dólar e o euro estimularam o rali, liderado principalmente pelas grandes blue chips capitalizadas, como Canon, e complementado por montadoras como a Toyota Motor.
Ganhos
O Nikkei ganhou 98,36 pontos, ou 1,1%, e terminou aos 8.883,69 pontos, após alta de 0,2% no pregão de terça-feira - foi o maior fechamento desde 31 de outubro. O volume de negociações alcançou 2,2 bilhões de ações, em elevação sobre a sessão anterior.
Estelar
Os principais índices abriram em tendência altista e resistiram à realização de lucros no período da tarde, ajudados inicialmente pelo lucro estelar da Apple. As compras de futuros da Dow impulsionaram a compra de futuros do Nikkei, que por sua vez alimentou o otimismo no mercado de ações cash do Japão, disse Hiroyuki Fukunaga, CEO da Investrust. A tão esperada fraqueza do iene também foi vista como positiva para as equities em geral.
Opostas
A maioria dos mercados asiáticos fechou no campo positivo ontem, estimulados por fatores locais. Mas os investidores seguiram andando de lado, ainda por conta do feriado do ano novo chinês nas principais bolsas regionais, como Hong Kong, China e Taiwan.
De leve
No retorno após dois dias de feriado, a Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, fechou em leve alta. O índice Kospi avançou 0,12% e terminou aos 1.952,23 pontos, com compras de investidores estrangeiros que compensaram a realização de lucros feita por instituições e investidores de varejo. As ações de empresas automotivas e de tecnologia subiram estimuladas por possíveis ganhos maiores no 4º trimestre. Os papéis da Samsung Electronics avançaram 0,8%, enquanto os da LG Electronics saltaram 4,1%.
Em alta
A Bolsa de Sydney, na Austrália, encerrou em alta liderada. O índice S&P/ASX 200 avançou 1,11% e terminou aos 4.271,30 pontos, estendendo os ganhos após a divulgação de relatório que mostrou o índice de preços ao consumidor inalterado no 4º trimestre de 2011, na comparação com o trimestre anterior. Já a Bolsa de Manila, nas Filipinas, fechou em queda novamente por conta da realização de lucros. O índice PSE caiu 0,9% e terminou aos 4.670,49 pontos. Entre os perdedores do dia, PLDT recuou 2,9% e Petron baixou 0,3%.
Forte
A Bolsa de Cingapura terminou em forte alta, com a expectativa de que China irá introduzir mais políticas econômicas de estímulo para dar apoio ao apetite por papéis cíclicos, como os dos setores de transporte e commodities. O índice Straits Times avançou 1,5% e fechou aos 2.891,64 pontos. O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,8% e fechou aos 3.963,60 pontos, afetado por vendas por estrangeiros de papéis de blue chips que tiveram recentes ganhos.
Tailândia
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, cedeu 0,34% e fechou aos 1.059,51 pontos. O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,2% e fechou aos 1.519,76 pontos, afetado pelas baixas em papéis do setor financeiro por causa de preocupações com a dívida da Grécia. As informações são da Dow Jones.
(Das agências)





