Bovespa
A última semana completa de agosto começou sem força para a Bovespa. O principal índice à vista até acompanhou a alta do mercado externo, mas em dia de noticiário fraco e com saída de investidor estrangeiro, manteve uma certa distância. As ações da Usiminas se destacaram, depois que a CSN anunciou que elevou sua participação na empresa mineira.
Baixa
O Ibovespa terminou o pregão praticamente estável, com ligeira baixa de 0,01%, aos 52.440,23 pontos. Na mínima, registrou 52.397 pontos (-0,10%) e, na máxima, os 53.552 pontos (+2,11%). No mês, acumula perda de 10,85% e, no ano, de 24,33%. O giro financeiro totalizou R$ 4,660 bilhões, o menor de agosto.
Chicago
O único indicador relevante conhecido ontem nos EUA foi o dado do Fed de Chicago. O índice de atividade nacional mostrou melhora ao subir para -0,06 em julho, ante o patamar de -0,38 em junho (dado revisado ante o -0,46 calculado anteriormente). Três das quatro categorias mais amplas de indicadores que compõem o índice melhoraram em julho.
Líbia
Além do indicador, também deram sustentação às bolsas internacionais as notícias favoráveis sobre a Líbia. O avanço dos rebeldes pode fazer com que o ditador Muamar Kadafi deixe o poder, dando fim à guerra civil. A maioria das bolsas europeias fechou em alta, assim como as norte-americanas. Exceção, o índice Xetra DAX da bolsa de Frankfurt caiu 0,11%, mas Londres avançou 1,08% e Paris ganhou 1,14%.
Dow Jones
Nos EUA, o Dow Jones terminou o dia em alta de 0,34%, aos 10.854,65 pontos, o S&P avançou 0,03%, aos 1.123,82 pontos, e o Nasdaq subiu 0,15%, aos 2.345,38 pontos. Na Nymex, o contrato do petróleo para setembro, que venceu ontem, avançou 2,26%, a US$ 84,12 o barril. O contrato para outubro subiu 2,44% a US$ 84,42 o barril. No Brasil, Petrobras ON terminou em baixa de 1,65% e a PN, de -0,25%. Vale ON encerrou com perda de 0,15% e a PNA subiu 0,54%.
Usiminas
Usiminas foi um dos destaques do pregão, depois que a CSN anunciou que elevou sua participação na empresa mineira. A ação ON da Usiminas liderou as altas do Ibovespa, com +4,75%, seguida por Usiminas PNA, que terminou com valorização de 3,59%. CSN ON caiu 1,21%.
Câmbio
O dólar à vista retomou o patamar de R$ 1,60. No balcão, a moeda terminou cotada a R$ 1,6030, com alta de 0,25%, após oscilar entre R$ 1,5920 (-0,44) e R$ 1,6080 (+0,56%). Em agosto, o ganho acumulado está em 3,22% e, no ano, a queda contabilizada é de 3,67%. Na BM&F, o dólar pronto encerrou com ganho de 0,59%, a R$ 1,6075, na máxima do dia; a mínima foi de R$ 1,5966 (-0,09%). Até 16h35 de ontem, o giro total à vista registrado na clearing de câmbio somava US$ 1,840 bilhão, dos quais US$ 1,432 bilhão em D+2.
Futuro
No mercado futuro, por volta das 16h35 de ontem, o dólar setembro de 2011 subia 0,12%, para R$ 1,6075, após oscilar da mínima de R$ 1,5960 (-0,59%) à máxima de R$ 1,6130 (+0,47%). O Banco Central manteve a realização de apenas um leilão de compra de moeda à vista, em que definiu a taxa de corte em R$ 1,6039.
Euro
Em Nova York, às 16h38 de ontem, o euro valia US$ 1,4372, de US$ 1,4396 no fim da tarde de sexta-feira, e estava em 1,1357 franco suíço, de 1,1306 franco suíço na sexta. O dólar subia discretamente para 76,78 ienes, de 76,54 ienes na sexta-feira, e avançava ligeiramente para 0,7899 franco suíço, de 0,7848 franco suíço anteriormente.
Juros
Ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2012 marcava 12,11%, de 12,10% no ajuste de sexta-feira, com giro de 149.585 contratos. O DI janeiro de 2013 (147.855 contratos) projetava 11,46%, nivelado ao ajuste. Entre os longos, o DI janeiro de 2017 indicava 11,57%, de 11,53%, com volume de 25.520 contratos. O DI janeiro de 2021 (5.320 contratos) apontava 11,55%, de 11,51% no ajuste.
Ásia
A maioria das bolsas asiáticas iniciou a semana em baixa, ainda sob o reflexo das pesadas perdas ocorridas em Wall Street na sexta-feira passada. Ontem, os investidores da região seguiram preocupados com a crise da dívida europeia e as perspectivas econômicas sombrias dos Estados Unidos. A exceção foi a Bolsa de Hong Kong.
(Agência Estado)

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