MERCADO FINANCEIRO
Bovespa
A Bovespa abriu a semana em alta, mas num pregão morno, com pouco entusiasmo dos investidores em irem às compras, apesar das perdas acumuladas. Durante o dia de ontem, o índice chegou até mesmo a perder o nível de 65 mil pontos, durante uma breve oscilação pela manhã. À tarde, o índice pouco mexeu. Em queda, Petrobras, BM&FBovespa e OGX contiveram a alta do índice na sessão.
Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia de ontem em elevação de 0,14%, aos 65.362,04 pontos. Na mínima, o índice registrou 64.916 pontos (-0,54%) e, na máxima, atingiu 65.893 pontos (+0,96%). No mês, tem perda de 1,82% e, no ano, de 5,69%. O giro financeiro totalizou R$ 5,567 bilhões.
Dow Jones
O clima no exterior amanheceu mais tranquilo ontem, depois que governo e oposição do Egito sentaram-se à mesa para conversar e com o início do retorno à normalidade das atividades de grandes empresas, comércio e bancos. O anúncio de algumas operações de compra de empresas nos EUA e balanços financeiros favoráveis completam o quadro positivo. As Bolsas norte-americanas operavam, às 18h18, em alta: Dow Jones, de 0,49%, S&P, de 0,48%, e Nasdaq, 0,40%. Na Europa, os principais índices do mercado de ações fecharam no azul.
Petróleo
Com o clima mais calmo no Egito, o preço do petróleo recuou. Na Nymex, o contrato da commodity fechou em baixa de 1,74%, a US$ 87,48 o barril. Aqui, Petrobras ON encerrou em -1,58% e PN, em -1,45%.
Queda
Ainda no setor petrolífero, OGX ON caiu 3%, a maior queda do Ibovespa e o terceiro maior giro individual da sessão, de R$ 517,471 milhões. Outro papel de peso forte no pregão, BM&FBovespa ON recuou 2,40% (segunda maior queda do Ibovespa) e ajudou a conter o desempenho do índice. Esse papel se ressente de eventual medida do governo para taxar o capital estrangeiro no mercado acionário.
Câmbio
No fechamento, o dólar à vista subiu 0,24%, a R$ 1,6790 no balcão, após oscilar 0,36% de R$ 1,6740 (-0,06%) a R$ 1,680 (+0,30%). Em quatro sessões com sinal positivo, a divisa norte-americana contabilizou alta de 0,96% no período. No mês, acumula alta de 0,30% e, em 2011, sobe 0,90%. Na BM&F, o dólar pronto encerrou ontem em alta de 0,23%, a R$ 1,6788.
Mercado futuro
No mercado futuro às 16h33 de ontem, o dólar que vence em 1º de março de 2011 projetava leve avanço de 0,30%, para R$ 1,6875, com um volume de negócios de US$ 7,33 bilhões. O total movimentado com quatro vencimentos - todos em alta - somava cerca de US$ 7,53 bilhões.
Leilões
Nos três leilões de compra de dólar a termo, as taxas de corte ficaram em R$ 1,6796 para o prazo de 16/2/2011; R$ 1,6834 para o prazo de 23/2/2011; e R$ 1,6889 para o prazo de 9/3/2011. As intervenções foram feitas uma seguida da outra e o segundo leilão chegou a ser cancelado, sendo retomado logo em seguida. Segundo operadores, houve um problema técnico no sistema, que não afetou o sucesso geral da operação. O BC confirmou o ocorrido.
BC
Nos dois leilões de compra à vista, o BC fixou as taxas de corte em R$ 1,6778 e R$ 1,6788.Às 16h34 de ontem, o dólar subia para 82,38 ienes, de 82,20 ienes no fim da tarde de sexta-feira, enquanto o euro caía para US$ 1,3565, de US$ 1,3582. A libra operava a US$ 1,6117, de US$ 1,6104 no final da semana passada.
Juros
Ao término da negociação normal da BM&F, a taxa do DI julho de 2011 (79.810 contratos) marcava 11,89% (mínima), de 11,91% no ajuste de sexta-feira. O DI janeiro de 2012 indicava 12,36%, de 12,42%, com volume de 125.755 contratos, enquanto o vencimento em janeiro de 2013 situava-se em 12,85%, de 12,91% na sexta-feira, com giro de 124.175 contratos. O DI janeiro de 2017 indicava 12,81%, de 12,80%, e o DI janeiro de 2021 tinha taxa de 12,72%, de 12,75%, com volumes de 18.885 e 1.240 contratos negociados, respectivamente.





