Pregão
O pregão da Bovespa foi dividido em dois momentos: na primeira parte, o vencimento de opções sobre ações dominou os negócios e engrossou o volume financeiro. À tarde, passado o exercício, a Bolsa ficou apática e sem rumo e os investidores decidiram aproveitar a ausência de negócios em Wall Street para realizar lucros.

Ibovespa
O Ibovespa terminou o dia com baixa de 0,47%, aos 70.609,07 pontos. Na mínima, registrou 70.544 pontos (-0,56%) e, na máxima, 70.940 pontos (estabilidade). No mês e no ano, os ganhos atingem 1,88%. O giro financeiro somou R$ 8,665 bilhões, dos quais R$ 3,77 bilhões do vencimento.

Vale
No Brasil, Vale foi destaque de alta: as ações ON subiram 0,91% e as PNA, 1,23%. Petrobras não teve rumo uniforme durante a sessão, mas, no fechamento, ambos os papéis caíram. A ON perdeu 0,97% e a PN recuou 0,36%. Na última sexta-feira à noite, a empresa informou que suas reservas provadas atingiram 15,986 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) ao final de 2010, o que representa um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior.

Feriado
Foi feriado de Martin Luther King Jr. hoje nos EUA e não houve negócios em nenhuma praça. Assim, os investidores miraram a Europa, onde o sinal foi negativo, com a perspectiva dos investidores de que o encontro de ministro das finanças da zona do euro vai terminar amanhã sem nenhuma medida conclusiva.

Europeias
As bolsas europeias fecharam em queda, comedida, à espera do fim do encontro em Bruxelas. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, caiu 0,27%, para 5.985,70 pontos. Na Bolsa de Paris, o CAC 40 perdeu 0,20%, para 3.975,41 pontos. O Xetra DAX, da Bolsa de Frankfurt, avançou 0,03%, para 7.078,06 pontos. Na Bolsa de Madri, o IBEX teve um declínio mais acentuado, fechando em baixa de 1,01%, a 10.280 pontos.

Asiáticas
A maioria dos mercados da Ásia iniciou a semana no campo negativo. O aumento da taxa de reserva bancária chinesa em 0,50 ponto porcentual, na sexta-feira, influenciou as bolsas da região ontem. Este foi o caso da Bolsa de Hong Kong, que sofreu com o mau desempenho das ações de bancos e de imobiliárias chinesas. Já as Bolsas da China fecharam na pior pontuação em 15 semanas.

Câmbio
A divisa norte-americana encerrou a sessão em baixa de 0,18% no balcão, a R$ 1,6830. Na mínima, o dólar bateu em R$ 1,679 (-0,42%). Na BM&F, o pronto também registrou recuo, cotado a R$ 1,6819 (-0,21%). O volume financeiro no mercado cambial ficou bastante restrito. No mesmo horário, no mercado futuro, o dólar para fevereiro caia 0,27%, a R$ 1,6880. O Banco Central fez apenas um leilão de compra de dólares no mercado à vista, já na hora final dos negócios. A taxa de corte foi definida em R$ 1,6825.

Crédito
A quantidade de empresas que procurou crédito no ano passado cresceu 7,6% em relação a 2009, informou ontem a Serasa Experian, empresa especializada em análise de crédito. De acordo com a pesquisa, o avanço na demanda foi determinado pelo crescimento da atividade econômica, pelo dinamismo do mercado doméstico e pela recuperação do crédito para as empresas, que encontraram condições de prazo e de taxas de juros mais favoráveis. As micros e pequenas empresas foram as principais responsáveis pelo crescimento na demanda por crédito, com avanço de 8,5%.

Juros
Ao término da negociação normal, o DI abril de 2011 (31.300 contratos) subia de 11,33% para 11,35%; o DI janeiro de 2012 (104.035 contratos) estava em 12,40%, de 12,37% no ajuste de sexta-feira; o DI janeiro de 2013 (147.865 contratos) avançava de 12,68% para 12,75% (máxima); e o DI janeiro de 2017 (7.515 contratos) ia a 12,39% (máxima), de 12,28% no ajuste anterior.
(Agência Estado)

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