No vermelho
O Ibovespa encerrou os negócios ontem no vermelho e abaixo dos 67 mil pontos. Dados preliminares mostram que, com mínima de 66.404 pontos e máxima de 67.167 pontos, o Ibovespa fechou as operações com queda de 0,39%, aos 66.808 pontos. O giro financeiro atingiu R$ 5,108 bilhões. Anteontem, o índice havia subido 2,96%, aos 67.072 pontos. Na semana, o Ibovespa acumula alta de 1,86%.

Petrobras
Entre os ativos de maior peso sobre o Ibovespa, Vale PNA perdeu 1,03%, a R$ 42,85; Petrobras PN subiu 2,10%, a R$ 27,60; Itaú Unibanco PN teve queda de 1,07%, a R$ 37,90; BM & FBovespa ON teve desvalorização de 0,83%, a R$ 13,00; e OGX Petróleo ON se depreciou em 2,57%, a R$ 20,46. No mercado americano, o índice Dow Jones teve alta de 0,49%, aos 10.320,10 pontos, o Nasdaq registrou valorização de 1,06%, aos 2.200,01 pontos, e o S&P 500 subiu 0,91%, para 1.090,10 pontos.

Tesouro
O Tesouro Nacional vendeu 6,1 milhões ou 87% da oferta total de 7 milhões de títulos prefixados (LTN e NTN-F) oferecidos ao mercado em leilão ontem. Os papéis, com vencimento entre 2011 e 2021 foram vendidos com taxas médias de rentabildiade no patamar de 11% ao ano. As LTNs com vencimento em outubro de 2011 entram em circulação amanhã, a 11,2179% ao ano; as LTNs de janeiro de 2013, a 11,7136% ao ano. As NTNs-F com resgate em janeiro de 2015 foram vendidas com taxa média de 11,6748%; as NTNs-F de janeiro de 2017, a 11,6122%; e as NTNs-F de janeiro de 2021, a 11,6985% ao ano. O leilão do Tesouro tem liquidação financeira hoje, em volume equivalente a R$ 5,11 bilhões.

Petróleo
Os preços internacionais do petróleo fecharam em alta ontem, estendendo os ganhos da última sessão. Os investidores consideraram a notícia do novo derramamento de petróleo no Golfo do México. Em Nova York, o contrato do WTI para outubro subiu US$ 1,11, para US$ 75,02, enquanto o vencimento de novembro ganhou US$ 0,88, para US$ 76,24. Em Londres, o Brent para o próximo mês encerrou valendo US$ 76,93, com alta de US$ 0,58, e o contrato para novembro foi cotado a US$ 77,21, com avanço de US$ 0,49.


Wall Street
  Os principais índices de Wall Street fecharam em alta ontem, com os investidores atentos a indicadores americanos e a notícias corporativas. O índice Dow Jones fechou em alta de 0,49%, aos 10.320 pontos. O Nasdaq ganhou 1,06%, aos 2.200 pontos. O S&P-500 encerrou as negociações com valorização de 0,91%, aos 1.090 pontos. A sessão foi agitada também por notícias de aquisições. A rede de fast food Burger King foi comprada pela empresa de private equity 3G Capital, por cerca de US$ 4 bilhões. As ações da rede avançaram mais de 25%.


Europeias
Depois dos fortes ganhos de anteontem, os investidores ficaram indiferentes aos indicadores econômicos divulgados ontem e as bolsas europeias acabaram o dia próximo da estabilidade. Em Londres, o FTSE 100 terminou aos 5.371 pontos, com alta de 0,09%; em Paris, o CAC 40 subiu 0,21%, para 3.631 pontos; e em Frankfurt, o DAX fechou estável aos 6.084 pontos.

Pregão de baixa
O dólar comercial marca o terceiro pregão seguido de baixa e segue nas mínimas dos últimos quatro meses. O assunto em pauta continua sendo a capitalização da Petrobras e quanto dinheiro essa operação pode trazer para o país. A moeda encerrou o dia ontem com baixa de 0,85%, a R$ 1,732, mínima do dia e menor preço desde 3 de maio, quando valia exatamente R$ 1,732. Com mais esse dia de baixa, a moeda americana passa a acumular queda de 0,63% em 2010.

Pronto BM&F
Na roda de ''pronto'', da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) o dólar apontava desvalorização de 0,73%, para R$ 1,7341. O volume caiu de US$ 205,75 milhões para US$ 150,75 milhões. Já no mercado futuro, o dólar com vencimento outubro, negociado na BM&F, marcava baixa de 0,93%, a R$ 1,7405, antes do ajuste final de posições. Na avaliação do gerente de tesouraria do Banco Prosper, Jorge Knauer, além dessa possibilidade mais palpável de entrada de recursos via oferta da Petrobras, há uma mudança de postura dos agentes de mercado.
(Valor Econômico)

mockup