MERCADO FINANCEIRO
PUBLICAÇÃO
sábado, 03 de novembro de 2007
Das Agências 
Energia
Os preços de referência de energia elétrica no mercado atacadista registraram queda de 5,79% para os negócios a serem concluídos na semana que vem, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O MWh médio caiu para R$ 223,89 e serão válidos nos quatro sub-mercados (Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Norte e Nordeste). Esse nível continua muito acima dos vigentes nos contratos de longo prazo (entre R$ 70 e R$ 90 por MWh) e superam até a estimativa de preços para a hidrelétrica do rio Madeira, prevista em R$ 122,00 como preço-teto.
Petróleo
A alta do petróleo, que chegou a ser negociado na quinta-feira a US$ 96 o barril também serviu para aumentar o nervosismo dos mercados. Em outras Bolsas da região, Kuala Lumpur (Malásia) perdeu 0,8%, Bangcoc (Tailândia) 0,93%, Cingapura de 2,3% e Seul (Coréia do Sul) de 2,1% e Taipé (Taiwan) 3,39%.
Em Nova York, ontem, o Dow Jones registrou sua maior queda do ano (2,6%, a 13.567 pontos), e o Nasdaq perdeu 2,25%, para 2.794 pontos.
Bolsas
As principais Bolsas da Europa fecharam praticamente todas em baixa ontem, contaminadas por Wall Street que teme novas notícias ruins no setor bancário. Em Paris, o CAC 40 recuou 0,18%, depois de ter perdido 2% na véspera. Em Bruxelas, o mercado perdeu 1,18%, a Bolsa suíça, 1,36%, Londres, 0,84%, Amsterdã, baixou 0,68%, Frankfurt, 0,40% e o Eurostoxx 50, 0,15%. Somente a Bolsa de Madri terminou em alta, de 0,41%
Empregos
A economia americana criou duas vezes mais empregos que o previsto em outubro, com 166.000 contratações líquidas, contra 96.000 em setembro, aproveitando da boa saúde do setor de serviços, informou nesta sexta-feira o Departamento de Trabalho. Este é o nível mais elevado desde maio, e também uma boa surpresa para os analistas que esperam 80.000 novas vagas apenas.
Desempregos
A taxa de desemprego se manteve inalterada, conforme esperado pelo mercado, a 4,7%. Mas logo em seguida veio um balde de água fria: um artigo do Wall Street Journal indicou que o banco Merrill Lynch, que está se desvalorizando muito com a crise do ''subprime'', teria lançado apelo a fundos especulativos para esconder certas perdas.


