Bolsa
A Bovespa começou a quarta-feira em alta - chegou ao patamar máximo de 39.445 pontos-, mas desanimou ao longo do dia e terminou em baixa de 0,54%, aos 38.685 pontos, com giro de R$ 5,018 bilhões -o movimento foi inflado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa.

Câmbio
O dólar comercial teve alta de 0,23%, vendido a R$ 2,137, na contramão do risco-país, que caiu 4,56%, para 211 pontos. O paralelo ficou estável a R$ 2,35 e o turismo se manteve em R$ 2,23.

Wall Street
A Bolsa de Nova Iorque, que cruzou ontem pela primeira vez a marca de 12 mil pontos, diminuiu o ritmo de elevação e fechou aos 11.993,68 pontos, com alta de 0,35%. A Nasdaq (que reúne ações de empresas de tecnologia) caiu 0,33%, para 2.337,15 pontos.

Resultados
Pela manhã, os resultados trimestrais melhores do que o esperado apresentados pela IBM, pela Intel e pelo JP Morgan Chase animaram, porém os investidores diminuíram o ritmo de compras na segunda etapa - uma parte deles até aproveitou para embolsar parte dos últimos ganhos.

Inflação
Os números sobre inflação dos Estados Unidos divulgados antes do início do pregão também agradaram. O CPI (Índice de Preços ao Consumidor) registrou deflação de 0,5% em setembro -quando as previsões eram de uma baixa de 0,3% - e o núcleo apontou alta de preços de 0,2% no período, dentro das expectativas.


Petróleo
Os futuros de petróleo despencaram em Nova Iorque, fechando abaixo de US$ 58,00 o barril - segundo nível de fechamento mais baixo do ano. Na Nymex, os contratos de petróleo para novembro fecharam a US$ 57,65 o barril, queda de US$ 1,28 (2,17%). Em Londres, no sistema eletrônico da ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para dezembro fecharam a US$ 59,58 o barril, queda de US$ 1,36 (2,23%).

Opep
O que pressiona o preço do produto para baixo é a crescente avaliação de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) não será capaz de alcançar um acordo sobre um corte significativo na produção, segundo traders e analistas. A Opep realiza hoje em Doha, capital do Catar, reunião de emergência para discutir um corte na produção para dar sustentação aos preços.

Com agências Estado e Folhapress

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