Dia de espera
Os investidores mantiveram-se bastante cautelosos ontem, à espera dos eventos e indicadores econômicos desta semana, os quais podem ajudar a definir uma tendência para o câmbio e a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A Bolsa brasileira fechou em queda de 1,37%, aos 34.866 pontos, com giro de R$ 2,307 bilhões - o movimento, superior à média diária do mês, foi inflado pelo vencimento de opções.

Câmbio
O dólar comercial caiu 0,36%, vendido a R$ 2,205, apesar de o Banco Central ter realizado mais um leilão de compra de divisas no mercado à vista. O corte foi em R$ 2,214 e a quantidade adquirida não foi informada.

Wall Street
O bom humor em Wall Street foi diminuindo ao longo do dia, e as Bolsas fecharam em leve alta. O índice Dow Jones avançou 0,07%, para 10.747,36 pontos, e a Nasdaq (que reúne ações de empresas de tecnologia) teve elevação de 0,01%, aos 2.037,72 pontos.

Indicadores
Hoje sai a inflação no atacado dos Estados Unidos. Amanhã será a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) sobre a Selic. A taxa básica de juros da economia brasileira está atualmente em 15,25% ao ano e a aposta majoritária é de que seja reduzida em 0,5 ponto percentual, caindo para 14,75%.

Consumidor e Fed
Sai também o índice de preços ao consumidor dos EUA e o presidente do Fed (Federal Reserve, banco central norte-americano), Ben Bernanke, faz discurso no Congresso. Na quinta, o Fed divulga a ata da sua última reunião, na qual elevou em 0,25 ponto percentual, para 5,25% ao ano, a taxa de juros.

Petróleo
O petróleo encerrou em leve queda em Nova Iorque, pouco acima dos US$ 75 o barril, devido às realizações de lucros dos investidores após a disparada das cotações da semana passada, e apesar de a situação continuar muito tensa no Oriente Médio. Na Bolsa Mercantil de Nova Iorque, o barril do cru leve para entrega em agosto perdeu US$ 1,73 e fechou a US$ 75,30.

Com agências Estado, Folhapress e AFP

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