Produção cresce
A produção industrial brasileira registrou em janeiro crescimento em 12 das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e e Estatística (IBGE). Só houve queda na comparação com o mesmo mês do ano passado no Rio Grande do Sul (-2%) e Paraná (-5,3%). Conforme o IBGE divulgou na semana passada, a produção industrial brasileira apresentou crescimento de 3,2% no primeiro mês deste ano. Registraram crescimento acima da média Pará (10,7%), Espírito Santo (10,1%), Ceará (9,9%), Bahia (6,6%), Rio de Janeiro (5,8%), Amazonas (5,6%), Minas Gerais (5,2%) e Pernambuco (4,3%). No Estado de São Paulo, a alta foi de apenas 1,7%. Também tiveram expansão abaixo da média nacional Santa Catarina (2,1%), região Nordeste (1,9%), e Goiás (1,2%).


Bolsa sobe
A bolsa de valores de São Paulo encerrou em forte alta pelo segundo dia consecutivo e retornou ao patamar dos 38 mil pontos. Com isso, o mercado acionário repõe parte das perdas acumuladas na semana passada. O Ibovespa encerrou com incremento de 1,87%, aos 38.243 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 2,416 bilhões. Entre os papéis que compõem o Ibovespa, as maiores altas foram Cemig ON (6,22%), Sadia PN (6,16%) e Celesc PNB (5,68%). Apenas cinco papéis do índice fecharam no negativo. As maiores baixas foram Cesp PN (-1,78%), Telemig Par PN (-1,60%) e Itaúsa PN (-0,32%).


Dólar em queda
Pelo quinto dia consecutivo, o dólar encerrou em queda. Ontem, a divisa norte-americana recuou 0,18%, vendida a R$ 2,122. O Banco Central comprou dólares no mercado à vista, o que chegou a reduzir um pouco a queda da moeda norte-americana, mas não foi capaz de alterar sua trajetória.


Ouro
Os contratos futuros de ouro fecharam em alta na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange. Os contratos futuros de ouro fecharam em US$ 554,40 por onça-troy, alta de US$ 1,40 (+0,25%). A mínima foi de US$ 552,00 e a máxima de US$ 558,30.


Juros caem
O ambiente externo tranquilo e a expectativa de uma ata do Copom ''benigna'' criaram um ambiente favorável à queda dos juros ontem. O capital estrangeiro também teria ajudado na redução das taxas, principalmente nos contratos mais longos de DI, com vencimento a partir de janeiro de 2008. Na BM&F, o DI janeiro/08, o mais líquido, encerrou o pregão com taxa de 14,39% (ante 14,50% ontem); DI janeiro/07, 14,96% (15% ontem); e DI janeiro/09. 14,14% (14,28% ontem).


Dívida supera R$ 1 tri
A dívida do governo federal em títulos públicos rompeu em fevereiro a marca de R$ 1 trilhão. Ontem, o Tesouro Nacional e o Banco Central (BC) divulgaram o resultado da consolidação dessa dívida, que alcançou R$ 1,01 trilhão, um crescimento de 2,6% em relação aos R$ 984,93 bilhões registrados em janeiro. Em relação a fevereiro do ano passado, o aumento foi de 19,45%. O crescimento da dívida foi provocado pelo lançamento de R$ 14,8 bilhões de novos papéis e pelo pagamento de juros no valor de R$ 10,45 bilhões.


Bolsas da Europa
As principais bolsas européias fecharam em alta na quarta-feira, lideradas por companhias que se beneficiaram do aumento dos preços de commodities e por ações cíclicas, como as do setor de tecnologia. A bolsa de valores de Londres fechou em alta de 0,24%. Em Frankfurt, alta de 0,47%. Em Paris, alta de 0,21%. Em Milão, valorização de 0,39%. A bolsa de Madri subiu 0,09%. Em Lisboa, alta de 2,11%.


Bolsas da Ásia
A bolsa de valores de Tóquio fechou em alta 0,5%, com as ações de tecnologia resistindo a um contágio das perdas da Sony, que postergou o lançamento do PlayStation 3. Em Bangoc, na Tailândia subiu 0,4%. Na Coréia do Sul, valorização de 0,6%. Alguns mercados da região repercutiram os ganhos de anteontem em Wall Street. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 1,29% e o Taiwan Weighted, de Taiwan, ganhou 0,91%. Mas os demais mercados não encontraram tração. Em Cingapura, caiu 0,35%; na Malásia, perdeu 0,01%; na Indonésia, cedeu 0,08%; nas Filipinas, subiu 0,33%; na China, valorizou-se 1,3%.


Petróleo em baixa
Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa na Nymex na quarta-feira, derrubados pelo relatório semanal sobre os estoques da commodity nos EUA. Na Nymex, os contratos de petróleo para abril fecharam em US$ 62,17 o barril, baixa de US$ 0,93 (1,47%); a mínima foi de US$ US$ 62,00 e a máxima de US$ 63,20. Em Londres, no sistema eletrônico da ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para abril fecharam em US$ 62,94 o barril, queda de US$ 1,03. A mínima foi de US$ 62,57 e a máxima de US$ 64,10.



* Material das agências Estado e Folhapress

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