MERCADO FINANCEIRO
Bovespa em alta
A Bolsa de Valores de São Paulo retomou o fôlego e recuperou parte das perdas acumuladas em quatro fortes recuos consecutivos. O Ibovespa registrou ontem incremento de 1,59%, aos 36.890 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 2,011 bilhões. Na semana, o principal índice da Bolsa composto por 57 ações atingiu desvalorização de 5,99%.
Blue Chips
Na Bovespa, Telemar PN, +0,42%; Petrobras PN, +0,86%; Embratel Par. PN, +0,41%; Usiminas PNA, +3,40%; Telesp CL PA PN, -0,10%; Vale R. Doce PNA N1, +1,98%; Bradesco PN N1, +2,13%; Eletrobrás PNB, +4,21%; Sid. Nacional ON, +2,92%; Cemig PN N1, -2,54%.
Juros
CDB prefixado de 31 dias, 16,41% ao ano. Capital de giro, 23,41% ao ano. Hot money, 2,43% ao mês. CDI, 16,52% ao ano. Over a 16,53%.
Dólar cai
O dólar encerrou a sexta-feira em baixa de 1,01%, vendido a R$ 2,139, em mais um dia de correções depois de amargar três altas consecutivas. Na semana, a moeda acumulou alta de 1,23%. A tônica da semana foi o cenário externo, com temor de investidores quanto à possibilidade de aumento dos juros nos Estados Unidos, o que fez com que estrangeiros migrassem para investimentos em títulos do governo, os treasuries, considerados de risco zero. Dólar futuro/abril, queda de 1,15%, a R$ 2,1520. Dólar futuro/maio, queda de 1,41%, a R$ 2,1710. Cotação internacional do euro: US$ 1,1907 (às 17h08). Cotação do euro turismo (traveller check): R$ 2,4600 na compra e R$ 2,6400 na venda, queda de 0,01%.
Ouro em queda
Os contratos futuros de ouro caíram na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), pressionados pela alta do dólar, em reação a um indicador econômico positivo divulgado nos EUA, segundo traders. Os contratos futuros de ouro fecharam em US$ 541,30 por onça-troy, queda de US$ 5,70 (1,04%). A mínima foi de US$ 534,50 e a máxima de US$ 542,70. Ouro na BM&F a R$ 38,000 o grama, queda de 1,68%.
INFO - FE2W11
IPCA em baixa
A inflação medida pelo IPCA caiu para 0,41% em fevereiro, depois de registrar variação de 0,59% em janeiro. O resultado ficou dentro das estimativas dos especialistas consultados pela Agência Estado (0,30% e 0,48%) e ligeiramente abaixo da mediana das previsões (0,42%). De acordo com dados divulgados pelo IBGE, no ano, o indicador acumula alta de 1,02% e, em 12 meses, de 5,51%.
Mensalidade escolar
O maior impacto na taxa de fevereiro foi dado pelas mensalidades escolares, com aumento de 5,38%, e contribuição de 0,21 ponto percentual para o indicador global. Por outro lado, houve queda em grupos importantes, como vestuário (-0,54%), alimentação e bebidas (-0,28%) e artigos de residência (-0,39%).
Combustíveis
Entre os destaques de alta, além das mensalidades, estão ônibus urbanos (+1,25%), álcool combustível (2,88%), gasolina (+0,57%), plano de saúde (1,07%) e seguro de veículos (1,82%). Enquanto os alimentos tiveram queda de 0,28%, os não alimentícios subiram 0,60%.
INPC menor
O INPC de fevereiro ficou em 0,23%, ante 0,38% em janeiro. No ano, este indicador, que mede a inflação para a camada de renda mais baixa da população (de 1 a 8 salários mínimos), acumula elevação de 0,61% e, em 12 meses, de 4,63%.
Bolsas da Europa
A bolsa de valores de Londres fechou em alta de 0,89%. Em Paris, subiu 1,23%. Em Madri, alta de 0,62%. Em Lisboa, subiu 0,66%. Em Frankfurt, alta de 1,27%. Em Milão, subiu 0,72%.
Bolsas da Ásia
A bolsa de valores de Tóquio fechou em alta de 0,49%. Na Coréia do Sul, alta de 0,68%. Na China, o índice Shangai Composto subiu 0,04% e o Shenzen Composto ganhou 0,45%. Na Indonésia, alta de 0,63%. Em Taiwan, alta de 0,06%. Em Hong Kong, queda de 0,42%. Em Cingapura, perdeu 0,30%. Em Kuala Lumpur, alta de 0,11%. Em Manila, caiu 0,30%.
* Material das agências Estado e Folhapress





