Bolsa em alta
O Ibovespa fechou em alta de 0,88%, em 29.445 pontos, entre a máxima de 1,33% e a mínima de -0,05%, com volume de R$ 1,66 bilhão. Contrato de Ibovespa futuro para abril, alta de 0,85%, em 29.750 pontos, entre a máxima de +1,56% (29.960 pontos) e mínima de -0,34% (29.400 pontos). C-Bond a 102,250 centavos de dólar, em alta de 0,06%.

Blue Chips
Na Bovespa, Telemar PN, -,087%; Petrobras PN, 0,39%; Embratel Par. PN, 6,96%; Usiminas PNA, 2,85%; Telesp CL PA PN, -0,68%; Vale R. Doce PNA N1, 0,49%; Bradesco PN N1, 1,38%; Eletrobrás PNB, 0,55%; Sid. Nacional ON, -0,28%; Cemig PN N1, 1,27%.

Dólar sobe
O dólar começou a semana em alta, acompanhando o movimento da cotação no exterior, onde o euro voltou a fraquejar. Um leilão de compra de divisas realizado pelo Banco Central também pressionou. A moeda norte-americana fechou em alta de 0,79%, vendida a R$ 2,678. Em Nova York, o euro voltou a cair ficando abaixo da marca de US$ 1,32. No fim de 2004, a moeda européia chegou a superar o patamar recorde de US$ 1,36.

Risco Brasil cai
O risco Brasil - termômetro da confiança dos investidores estrangeiros na capacidade de um país honrar seus compromissos com os credores - atingiu ontem o menor patamar do ano, o que ajuda a baratear a tomada de empréstimos no exterior. O indicador, medido pelo banco norte-americano de investimentos JP Morgan com base no valor médio dos negócios com os títulos da dívida externa, soma 379 pontos, uma queda de 1,30% em relação ao fechamento da sexta-feira passada (384 pontos). Esse é o nível mais baixo do risco brasileiro desde o último dia 29 de dezembro, quando estava em 375 pontos.

Sexta colocação
No ranking dos maiores riscos calculados pelo JP Morgan, o Brasil aparece na sexta colocação, atrás da Argentina (5.052 pontos), Nigéria (660), Equador (612), Venezuela (418) e Filipinas (392). Abaixo do Brasil, em sétimo lugar, está a Colômbia com 341 pontos. Na prática, um patamar mais baixo do risco favorece empresas e bancos que tomam dinheiro emprestado no exterior, pois esse indicador serve para balizar o custo dos financiamentos, como nas captações de recursos por meio da emissão de bônus.

Expectativa nos juros
Com o aumento da expectativa de inflação para esse ano, os analistas do mercado financeiro esperam agora uma alta de 0,50 ponto porcentual da taxa Selic na reunião do Copom de março. De acordo com a última pesquisa Focus, divulgada ontem pelo Banco Central, a projeção do mercado para a taxa Selic para março subiu de 19% para 19,25%. Hoje, a taxa Selic está em 18,75%. O CDB prefixado de 30 dias, 18,75% ao ano. Hot money, 2,51% ao mês. Capital de giro, 24,70% ao ano. CDI, 18,67% ao ano. Over a 18,65%.

Inflação em baixa
A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) ficou em 0,42% na semana encerrada em 28 de fevereiro, ante taxa positiva de 0,53% referente à apuração anterior, de até 19 de fevereiro. O resultado, anunciado ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ficou abaixo do piso das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado (entre 0,45% e 0,52%), e abaixo da mediana das expectativas, que se situavam em 0,47%.

Preço do ouro
Ouro na BM&F a R$ 37,40 o grama, estável. Os contratos futuros de ouro subiram modestamente na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Os contratos de paládio para junho caíram US$ 0,25 e fecharam em US$ 209,80 a onça, mas acima da mínima intraday em US$ 206,00. Os contratos de ouro para abril fecharam em US$ 435,80 a onça-troy, em alta de US$ 0,70. A mínima foi de US$ 433,30 e a máxima de US$ 436,30.

Saldo da balança
O saldo da balança comercial da primeira semana de março registrou um superávit de US$ 610 milhões, resultado de US$ 1,692 bilhão em exportações (média diária de US$ 423 milhões) e de US$ 1,082 bi, em importações (média diária 270,5 milhões ). O saldo acumulado no ano é de US$ 5,580 bilhões. Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Bolsas da Europa
O índice FT-100, da Bolsa de Londres, fechou em queda de 0,18%. Na Bolsa de Paris, o índice CAC-40 fechou em alta de 0,40%. A Bolsa de Madri fechou em ligeira alta de 0,08%. Em Lisboa, o índice PSI-20 fechou em alta de 0,49%. A Bolsa de Frankfurt fechou em alta de 0,10%. Em Milão, subiu 0,24%.

Bolsas da Ásia
A bolsa de Tóquio continuou a subir e atingiu o maior nível em dez meses, com alta de 0,40%. A Bolsa das Filipinas fechou no maior patamar em cinco anos, com alta de 1,95%. Em Bangcoc, na Tailândia, a bolsa subiu 1,24%. Em Honk Kong, alta de 0,30%. Em Jacarta, na Indonésia, alta de 0,21%. Em Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,66%. Em Cingapura, subiu 0,54%. A Bolsa de Taipé avançou 0,43%. Na China, encerrou em alta de 0,5%. A Bolsa de Seul, na Coréia do Sul, caminhou na contramão e fechou em baixa de 0,54%.

Petróleo
O petróleo fechou em alta novamente e chegou ao maior valor desde outubro do ano passado em Nova York. O barril para entrega em abril negociado na Bolsa Mercantil de Nova York fechou cotado a US$ 53,89, alta de 0,20%. O barril do petróleo Brent, negociado em Londres, fechou cotado a US$ 51,95, alta de 0,29%. Para o presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), xeque Ahmad al Fahd al Sabah, os aumentos de preços se devem ao frio no hemisfério Norte e à ação especulativa dos investidores.

Fontes: Agência Estado, Folhapress, France Presse, Agência Brasil

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