Bolsa em queda
O Ibovespa fechou em queda de 0,85%, em 26.384 pontos, entre a máxima de 0,28% e a mínima de -1,12%, com volume de R$ 5,1 bilhão. Contrato de Ibovespa futuro para fevereiro, queda de 0,41%, em 26.450 pontos, entre a máxima de +0,41% (26.670 pontos) e mínima de -0,98% (26.300 pontos). C-Bond a 102,875 centavos de dólar, em alta de 0,12%.

Blue Chips
Na Bovespa, Telemar PN, -0,80%; Petrobras PN, 1,43%; Embratel Par. PN, -1,34%; Usiminas PNA, 2,36%; Telesp CL PA PN, -0,67%; Vale R. Doce PNA N1, -1,04%; Bradesco PN N1, -1,64%; Eletrobrás PNB, -3,25%; Sid. Nacional ON, 2,90%; Cemig PN N1, -0,56%.

Câmbio do dólar
Dólar comercial a R$2,579 na compra e R$ 2,581 na venda, queda de 0,15%. Paralelo a R$ 2,787 na compra e R$ 2,880 na venda, alta de 0,59%. Na cotação média (Ptax) do Banco Central, a R$ 2,5918 na compra e R$ 2,5926 na venda, alta de 0,64%. Dólar turismo a R$ 2,510 na compra e R$ 2,690 na venda, alta de 0,75%. Dólar futuro/março, queda de 0,19%, a R$ 2,592. Dólar futuro/abril, estável a R$ 2,630. Cotação internacional do euro: US$ 1,3024 (às 18h47). Cotação do euro turismo (traveller check): R$ 3,310 na compra e R$ 3,4870 na venda, queda de 0,007%.

Ouro sobe
Ouro na BM&F a R$ 35,30 o grama, alta de 0,28%. Ouro na Comex de Nova York a US$ 425,25 a onça troy, estável.

Juros
O mercado de juros chegou ao dia da reunião do Copom convicto de que a taxa Selic subiria mais 0,5 ponto e iria a 18,75% ao ano. É isso que os contratos de DIs indicavam. E era essa a aposta da maioria dos analistas. Qualquer decisão diferente seria considerada uma surpresa e provocaria um ajuste importante no desenho da curva.

Principais taxas
CDB prefixado de 30 dias, 18,66% ao ano. Hot money, 2,27% ao mês. Capital de giro, 25,52% ao ano. CDI, 18,24% ao ano. Over a 18,26%.

Recuo
A parte mais longa da curva de juros recuou ontem. Mas por uma questão técnica. O Banco Central fez um leilão grande swap cambial reverso. Nessa operação, quando os players assumem posição vendida em câmbio, eles aplicam em juros, o que faz a taxa cair. Esse movimento não teve relação com as apostas para o Copom. Os contratos mais curtos continuaram embutindo a idéia de uma alta de 0,5 ponto hoje e de mais 0,5 ponto em março.

Acerto
O mercado entendeu, e acertou, que o Copom iria repetir a dose nesta reunião porque a projeção de inflação continua acima da meta, porque os índices de inflação corrente estão elevados e porque as últimas levas de indicadores de atividade ainda vieram positivos. À luz da última ata do Copom, esses números significam, portanto, que não há razão para desacelerar o ritmo.

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