MERCADO FINANCEIRO
Subiu
Ultrapar ON
Subiu
Petrobras
Ibovespa sobe 0,42% com NY e Petrobras
O mercado brasileiro de ações teve mais um pregão de ganhos na quinta-feira (2), sob influência das bolsas de Nova York e do desempenho individual de alguns papéis específicos, como Petrobras e Ultrapar. O índice terminou o dia aos 79.636,69 pontos, com ganho de 0,42%. O volume de negócios com ações na B3 somou R$ 8,7 bilhões. A melhora de humor foi gerada pelo cenário corporativo nos Estados Unidos, que contribuiu para o viés positivo à tarde. Pela manhã, o temor de intensificação da guerra comercial entre Estados Unidos e China gerou aversão ao risco, com desvalorização dos papéis no Brasil. Houve pouca influência do cenário político nacional.
Avanço dos preços do petróleo garantem alta
As ações da Petrobras foram o grande destaque de alta e de volume negociado na Bolsa. Os papéis subiram 1,68% (ON) e 2,00% (PN), em resposta ao avanço expressivo dos preços do petróleo e à proximidade da divulgação do balanço trimestral da empresa, nesta sexta-feira (3). Já Ultrapar ON disparou 7,56% e foi a maior alta do Ibovespa, depois de divulgar resultado trimestral melhor que o esperado, com menor impacto da greve dos caminhoneiros do que o inicialmente estimado. Em Nova York, a chegada da Apple à marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado restaurou o otimismo dos investidores do mercado norte-americano com ações do setor de tecnologia.
Dólar fica estável após mostrar volatilidade
Depois de uma tarde oscilante ao redor do último fechamento, o dólar à vista encerrou estável, em R$ R$ 3,7588. No exterior, a moeda americana registrou valorização. Ao longo de praticamente todo o dia, a divisa dos Estados Unidos subiu perante todas as de emergentes e de nações desenvolvidas, exceto o iene, considerado um porto seguro em momentos de crise ou tensão. Pela manhã, o fortalecimento global contagiou o câmbio local, e o dólar chegou à máxima intraday de R$ 3,7815 (+0,60%) no mercado à vista. No segmento futuro, o contrato para setembro manteve-se colado no mercado global e subiu o dia todo. Às 17h17, tinha alta de 0,23% aos R$ 3,7705.
Juros acompanham humor no exterior
Os juros futuros fecharam entre a estabilidade e a leve alta. As taxas acompanharam o humor do exterior e o comportamento do mercado de moedas, com os fatores internos em segundo plano, inclusive o resultado do Copom (Comitê de Política Monetária), que na quarta-feira (1º) manteve a Selic em 6,50% ao ano. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou com taxa de 6,620%, de 6,622% na anterior, e a do DI para janeiro de 2020 passou de 7,86% para 7,89%. Para janeiro de 2021 fechou em 8,89%, de 8,88%, e a do DI para janeiro de 2023 encerrou a 10,39%, de 10,37%. A taxa do DI para janeiro de 2025 subiu de 11,03% para 11,06%.





