Bolsa
subiu

Dólar
desceu

Índice registra a quarta alta consecutiva
As ações da Petrobras recuperaram parte das perdas da última sexta-feira e deram fôlego extra ao Índice Bovespa, que teve na segunda (4) sua quarta alta consecutiva - e a mais consistente delas. Com o noticiário doméstico escasso e o cenário internacional favorável, o índice já abriu em alta e terminou o pregão aos 78.596,06 pontos, com ganho de 1,76%. Depois das quedas de quase 15% registradas na última sexta-feira, após o pedido de demissão de Pedro Parente, as ações da Petrobras subiram 5,83% (ON) e 8,48% (PN). A alta foi atribuída essencialmente a um ajuste após as expressivas quedas recentes.

Dia de tranquilidade no mercado de câmbio
Depois da forte volatilidade da última semana, o dólar teve um dia relativamente calmo, influenciado pelo bom humor no mercado externo, que fez a moeda dos Estados Unidos perder valor ante às principais divisas dos países desenvolvidos e dos mercados emergentes. Na mínima do dia, o dólar à vista chegou a cair para R$ 3,7264, no começo da tarde, mas a divisa não conseguiu se sustentar abaixo do patamar de R$ 3,73 e terminou o dia em R$ 3,7409 (-0,53%). No mercado à vista, o volume somou US$ 1,3 bilhão, enquanto no mercado futuro chegava a US$ 12,8 bilhões perto das 17h30, abaixo da média de sessões anteriores.

Taxas de curto e médio prazos fecham em baixa
Os juros futuros de curto e médio prazos encerraram a sessão regular em baixa e os longos reduziram o avanço visto pela manhã e terminaram apenas com um viés de alta em alguns contratos. O desempenho das taxas é atribuído ao bom humor dos mercados internacionais. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou em 6,710%, de 6,747% no ajuste de sexta-feira. A taxa do contrato de DI para janeiro de 2020 terminou em 7,62%, de 7,67%. A taxa do DI para janeiro de 2021 caiu de 8,81% para 8,76%. A taxa do DI para janeiro de 2023 fechou estável em 10,57% e do DI janeiro de 2025 subiu de 11,30% para 11,35%.

Longos só tiveram alívio à tarde
Os vértices curtos e intermediários estiveram em baixa desde a primeira etapa dos negócios, mas os longos só tiveram alívio à tarde, na medida em que o dólar acelerava a queda e batia mínimas. Pela manhã, operadores de renda fixa identificaram algum fluxo de zeragem de posições vendidas na ponta longa, segurando as taxas em alta. Os profissionais afirmam que as incertezas do cenário doméstico não autorizam o otimismo para os ativos financeiros e classificam a melhora como "frágil". O mercado se preocupa com o possível aumento da ingerência política nas empresas estatais e que pode se espalhar para outros setores, na medida em que a pressão sobre o governo aumentar.

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