Mercado Financeiro
Ibovespa
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Dólar
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Índice da bolsa brasileira fecha na mínima do dia
A combinação entre o cenário externo desfavorável e um forte desconforto dos investidores com indefinições no ambiente doméstico levou o Índice Bovespa a uma queda firme, com a qual perdeu importantes suportes. O índice fechou na mínima do dia, com baixa de 2,26%. Os negócios somaram R$ 11,4 bilhões, montante inferior à média de maio (R$ 13,9 bilhões). As ações da Petrobras voltaram a ser o foco das atenções, com quedas de 4,47% (ON) e 5,83% (PN). O desempenho negativo dos papéis foi novamente reflexo dos desentendimentos e polêmicas em torno das tentativas do governo de reduzir os preços do diesel, em meio ao crescimento da paralisação dos caminhoneiros pelo País.
Maiores quedas da bolsa ficaram com Eletrobras
Entre as ações que compõem o Ibovespa, as maiores quedas ficaram com Eletrobras ON e PNB, com -11,47% e -9,42%. A queda foi resultado do anúncio feito no dia anterior por Rodrigo Maia, de que deixará caducar a Medida Provisória (MP) 814, que destrava leilão das distribuidoras da companhia no Norte e Nordeste. O cenário internacional não contribuiu para um movimento melhor do mercado brasileiro. As bolsas de Nova York operaram sem tendência muito definida ao longo do pregão, e a ata do Federal Reserve reforçou a expectativa de nova elevação dos juros em junho. A forte desvalorização da lira turca foi outro fator que gerou aversão ao risco dos mercados emergentes, principalmente pela manhã.
Dólar termina sessão em queda pelo terceiro dia
O dólar à vista encerrou em queda ante o real, num desempenho alinhado ao observado ante as pares emergentes de volatilidade e estresse na Turquia. Foi o terceiro dia seguido de depreciação ante o real. O dólar à vista encerrou a R$ 3,6238, com queda de 0,56%. Entre a máxima intraday (R$ 3,6791) e o fechamento, há uma diferença de quase seis centavos. O giro financeiro ficou em, aproximadamente, R$ 1,001 bilhão. No mercado futuro, o contrato para junho também encerrou em queda, cotado a R$ 3,6295 (-0,56%). O enfraquecimento da divisa dos EUA consolidou-se após a autoridade monetária turca realizar uma reunião extraordinária, na qual elevou a taxa básica de juros do país em três pontos porcentuais.
Juros fecham em baixa e perto da estabilidade
Os juros futuros fecharam a sessão em baixa nos contratos de médio prazo, enquanto os longos e os curtos terminaram perto da estabilidade. As taxas longas e intermediárias tiveram alívio com a melhora no segmento de câmbio e a divulgação da ata de reunião do Fed. As taxas curtas encerraram perto dos ajustes anteriores, na medida em que a ponta longa teve uma desinclinação. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou em 6,595%, de 6,586%, e a do DI para janeiro de 2020 caiu de 7,52% para 7,44%. A taxa do DI para janeiro de 2021 encerrou em 8,58%, de 8,66%. A taxa do DI para janeiro de 2023 terminou em 9,99%, de 10,00%, e a do DI para janeiro de 2025, em 10,53%, de 10,54%.





