Mercado Financeiro
Petrobras PN
sobe
Bradesco PN
desce
Moeda norte-americana fecha sessão em alta
Embalado pela alta dos juros nos mercados americanos, o dólar mais uma vez subiu em relação a todas as moedas, de países emergentes e desenvolvidos, o que reforçou a tese de que o movimento cambial dos últimos dias não é somente uma aversão ao risco por parte de investidores, mas sim uma reprecificação do dólar globalmente. Na máxima do dia, o dólar chegou a atingir R$ 3,4537, mas fechou a R$ 3,4497, com alta de + 1,19%. O giro ficou em US$ 644 milhões. Essa é a maior cotação da moeda desde 2 dezembro de 2016. O dólar para maio, perto das 17h, subia 1,05% e movimentava cerca de US$ 15,6 bilhões.
Bovespa termina próxima à estabilidade
As dúvidas sobre o ritmo em que pode se dar a condução da política monetária nos Estados Unidos voltaram a pairar e influenciaram o apetite por risco dos investidores para o mercado acionário local. Em um dia de volatilidade, o Ibovespa abriu a sessão de negócios em queda, passou para o terreno positivo no início da tarde, para fechar próximo da estabilidade em leve alta de 0,06%, aos 85.602,49 pontos. Durante o pregão, o índice à vista oscilou entre a mínima de 84.710 pontos e a máxima de 85.745 pontos.
Virada do petróleo eleva ações da Petrobras
Os contratos futuros de petróleo fecharam novamente em alta, invertendo a trajetória de desvalorização vistas durante a manhã. Essa virada da commodity influenciou a bolsa por aqui, levando o papel da Petrobras PN a valorizar 0,54% e, juntamente com os ganhos de blue chips do setor bancário, como Itaú Unibanco PN (+0,18%) e as units do Santander (+0,90%), ajudaram o Ibovespa para um positivo próximo da estabilidade. Ainda neste grupo, Bradesco PN fechou em queda de 0,03% e Banco do Brasil ON desvalorizou 1,81%. Vale ON recuou 0,27% na contramão do minério de ferro, que subiu quase 1% no porto de Qingdao, na China.
Taxas de juros sobem com fortalecimento do dólar
Os juros futuros encerraram a sessão regular em alta, provocada pelo fortalecimento do dólar ante o real. O DI para janeiro de 2019 encerrou a sessão regular a 6,225% ante 6,214% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2020 fechou a 6,92%, máxima, ante 6,891% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 encerrou a 7,93% ante 7,872% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2023 fechou sessão regular a 9,18% ante 9,072% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2025 encerrou sessão regular a 9,74%, máxima, ante 9,612% no último ajuste.





