Mercado financeiro
Dólar
desceu
Ibovespa
subiu
Mercado acionário fecha em alta de 1,44%
Com uma trégua na tensão política local, o mercado acionário teve espaço para responder positivamente aos sinais externos, como a valorização forte das commodities e os bons ventos que, por mais um dia, seguiram embalando as bolsas europeia e americana. O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira (10), valorizado em 1,44%, aos 84.510,35 pontos. Petrobras e Vale foram os destaques de alta. O desempenho da petroleira estatal foi influenciado pela forte valorização das cotações do petróleo no mercado internacional (em torno de 3,6%). Petrobras ON fechou com ganhos de 3,93% enquanto PN subiu 4,24%. Já a Vale ON, que valorizou 4,40%, seguiu o minério de ferro, que subiu 2,11% na China.
Dólar devolve um pouco da alta de segunda-feira
Depois do estresse de segunda-feira (9), quando alcançou maior patamar em 16 meses, o dólar à vista devolveu um pouco da alta e encerrou na terça, a R$ 3,4104 (-0,28%) - mantendo a casa dos R$ 3,40. Na B3, o dólar para maio estava em baixa de 0,35% a R$ 3,416, às 17h16. O giro dos negócios no futuro (vencimento de maio) estava em cerca US$ 23 bilhões; no mercado à vista, somou US$ 1,9 bilhão. A sessão foi marcada pela volatilidade. A moeda abriu em queda, começou a subir e bateu a máxima de R$ 3,4358. No começo da tarde, oscilou entre leves altas e baixas e, na reta final do pregão, manteve a queda. O comportamento dos preços do petróleo, ao redor do 3,7%, contribuiu para a queda.
Contratos longos fecham com leve viés de alta
Os juros futuros encerraram a sessão regular de terça-feira perto dos ajustes de segunda-feira(9). No caso dos contratos curtos e intermediários, as taxas repetiram os valores observados na segunda-feira. Os vencimentos mais longos fecharam com leve viés de alta. O DI para janeiro de 2019 encerrou a a 6,275% ante 6,274% no ajuste de segunda. O DI para janeiro de 2020 encerrou a 7,09% ante 7,10% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2021 encerrou a 8,13%, mesma taxa do ajuste. O DI para janeiro de 2023 encerrou a 9,21% ante 9,19%. O DI para janeiro de 2025 encerrou a 9,73% ante 9,70% no ajuste de segunda.
Câmbio influencia na desacelaração da subida das taxas
A desaceleração da alta das taxas no turno da tarde foi motivada pela virada no câmbio, onde o dólar passou a cair em relação ao real. O enfraquecimento da moeda americana no mercado doméstico acompanhou o comportamento da divisa americana ante todas as principais moedas emergentes e ligadas a commodities. Entre essas, as únicas exceções foram a relação da moeda dos EUA com o rublo russo e com a lira turca. O fortalecimento do petróleo nos mercados futuros de NY (Nymex) e de Londres (ICE) influenciou o comportamento da divisa americana.





