Banco do Brasil ON
desceu

Itaú Unibanco PN
subiu

Dólar fecha perto da estabilidade
O fortalecimento do dólar no mercado internacional e a cautela do investidor com questões domésticas mantiveram a moeda americana em alta ante o real na maior parte da sessão de negócios da quarta-feira (28). Lá fora, pesaram o temor de um aumento de juros mais agressivo nos Estados Unidos, as questões comerciais com a China e ainda a instabilidade causada pelo escândalo envolvendo o Facebook. Internamente, a proximidade do feriado promoveu um aumento da cautela do investidor. Depois de ter superado o patamar dos R$ 3,34, pela manhã a moeda dos EUA acabou por fechar perto da estabilidade no mercado à vista, aos R$ 3,3293 (+0,02%).

PIB americano mostra crescimento da economia local
As incertezas no cenário dos Estados Unidos continuaram no centro das atenções. Pela manhã, a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) dos Estados Unidos mostrou um crescimento da economia local à taxa anualizada de 2,9% no quarto trimestre de 2017, de acordo com a terceira estimativa do dado. O número veio acima do previsto (2,7%) e representou alta em relação à segunda leitura, de 2,5%. A economia mais forte que o esperado voltou a trazer especulações sobre inflação e o número de aumentos de juros nos Estados Unidos, o que favoreceu a valorização do dólar de maneira geral. O Dollar Index (DXY), terminou o dia em alta de 0,77%, aos 90,05 pontos.

Setor financeiro sustenta leve alta do Ibovespa
Depois de passar a maior parte do pregão no terreno negativo, a bolsa encontrou tração na virada dos papéis do setor financeiro e conseguiu sustentar o suporte dos 83.800 pontos, que havia largado mais cedo. O Ibovespa passou a maior parte da sessão em trajetória distinta de seus pares do mercado acionário americano e encerrou o dia rondando a estabilidade (+0,08%) aos 83.874,13 pontos. A virada ocorreu quase ao final do pregão, com as ações que compõem o setor bancário se alinhando com alguns correlatos e com o índice NYSE Financial. Itaú Unibanco PN encerrou com alta de 0,92 %, Bradesco PN ganhou 0,65% e as Units do Santander, 1,62%. Na contramão, Banco do Brasil ON (-0,32%).

Vencimentos longos fecham com viés de alta
Os juros futuros fecharam a sessão regular perto da estabilidade na ponta curta e com viés de alta nos vencimentos longos. A mensagem da ata do Copom (Comitê de Política Monetária), de que a Selic deverá ser reduzida em maio pela última vez neste ciclo, seguiu induzindo ajustes nos contratos de curto prazo, enquanto nos longos pesou mais o cenário externo. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 encerrou em 6,240%, de 6,239% no ajuste de terça-feira, e a do DI para janeiro de 2020 passou de 7,07% no ajuste anterior para 7,08%. A taxa do DI para janeiro de 2021 subiu de 7,97% para 8,00% e a do DI para janeiro de 2023 terminou em 9,00%, de 8,97%.

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