Dólar
Subiu

Juros Futuros
Desceram

Ibovespa fecha em alta de 0,61%
A bolsa iniciou a semana em terreno positivo, descolado da trajetória dos principais índices do mercado acionário dos Estados Unidos. Segundo analistas, ainda sem um noticiário político que azede o humor pelo aumento das incertezas sobre a corrida eleitoral, a valorização do Ibovespa segue embalada pelas boas perspectivas macroeconômicas presentes para o mercado doméstico. Hoje o índice à vista fechou aos 86 900,43 pontos (+0,61%). Para Eduardo Guimarães, analista da Levante Ideias de Investimento, as ações das empresas que fazem parte da carteira teórica sobem com o otimismo dos investidores em relação ao plano doméstico.

Dólar registra ganho de 0,18%
A segunda-feira (12) foi de agenda escassa, o que contribuiu para uma sessão morna no mercado de câmbio brasileiro, especialmente no mercado futuro. Ao longo do dia, o dólar oscilou em um intervalo estreito, de apenas R$ 0,01, com consolidação de viés de alta no período da tarde. Ao final dos negócios, a moeda americana ficou em R$ 3,2578 no mercado à vista, com ganho de 0,18%. A pressão compradora foi determinada pelo cenário externo, que mostrou queda dos preços do petróleo e alguma cautela do investidor com indefinições do quadro norte-americano.Os preços do petróleo aceleraram a queda no período da tarde, para o patamar de 1%.

Juros futuros perdem força e encerram o dia em baixa
Os juros futuros terminaram a sessão perto dos ajuste da sexta-feira. O movimento de alívio nos prêmios começou a perder força na hora final da sessão regular, em meio a ajustes de posições vendidas após reunião de economistas e gestores com o diretor de Política Econômica do BC (Banco Central), Carlos Viana de Carvalho, nesta segunda, no Rio. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fechou com taxa de 6,450%, de 6,449% no ajuste anterior, e a do DI para janeiro de 2020 passou de 7,29% para 7,28%. A taxa do DI para janeiro de 2021 terminou em 8,230%, de 8,252% no ajuste de sexta-feira, e o DI para janeiro de 2023 fechou em 9,18%, de 9,19%.

Estimativas para IPCA e Selic influenciaram na queda
A trajetória descendente da primeira etapa - amparada no recuo da mediana das estimativas para IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e Selic na pesquisa Focus, na deflação do IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e em declarações do presidente do BC, Ilan Goldfajn - deu lugar à tarde a uma correção nas taxas. "O pessoal teve uma leitura mais 'hawkish'", disse um operador, segundo o qual, o encontro do Viana enfraqueceu as expectativas de um possível novo corte da Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em maio. Com isso, as taxas bateram máximas pouco antes das 16 horas.

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