Petrobras ON e PN
subiram

Dólar
desceu

Preço do petróleo impulsiona as ações da Petrobras
O Ibovespa fechou o pregão desta segunda-feira (5) em leve alta, tendo sido bastante influenciado pelo preço do petróleo que impulsionou as ações da Petrobras, mas sem conseguir pegar tração de seus pares em Nova York, que subiram mais de 1%. Puxou para baixo a força vendedora de ações das empresas dos setores de carne e de siderurgia.O índice à vista só teve fôlego para galgar os 86 mil pontos na reta final da sessão, terminando aos 86.022,82 pontos (+0,30%). O giro financeiro foi de R$ 10 bilhões. As ações ON e PN da Petrobras disparam e encerraram em alta de 2,85% e 2,84%, respectivamente.

Nova fase da Carne Fraca derruba papéis da BRF
Os papéis da BRF, alvo da nova fase da operação Carne Fraca, deflagrada pela Política Federal na segunda, foram penalizados caindo perto de 20%. As ações das outras companhias do setor foram contaminadas, principalmente depois de a Comissão Europeia ter deixada aberta a possibilidade de haver medidas restritivas contra os produtos brasileiros. Isso porque, segundo as investigações, Pedro de Andrade Faria, ex-presidente da BRF, sabia de falsidade ideológica e possíveis problemas sanitários na venda dos produtos. Ele teria omitido dados do Ministério da Agricultura e ordenou ocultação de ilícitos.

Exterior influencia no mercado de câmbio
O mercado de câmbio teve uma segunda de liquidez reduzida e oscilações contidas. Ao longo do dia, o dólar foi conduzido ora pela influência externa, ora pelo fluxo de recursos, com os investidores à espera de eventos e indicadores aguardados para os próximos dias. Depois de ter oscilado em leves altas pela manhã, a divisa americana assumiu ligeiro viés de baixa no período da tarde e fechou cotada a R$ 3,2475, com recuo de 0,11% no dia. As atenções dos investidores permaneceram concentradas na questão da sobretaxação das importações de aço e alumínio dos Estados Unidos, que pode ser oficializada nesta semana.

Curto e médio prazo fecharam em baixa
Os juros futuros de curto e médio prazos consolidaram no fechamento da sessão regular o movimento de baixa visto desde o começo dos negócios, ainda motivado pelo otimismo dos investidores com o comportamento da inflação, reforçado por declarações do presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 fecha com taxa de 6,465%, de 6,514% no ajuste de sexta-feira, e a do DI para janeiro de 2020 encerrou a 7,41%, de 7,47% no ajuste anterior. A taxa do DI para janeiro de 2021 caiu de 8,36% para 8,30% e a do DI para janeiro de 2023, de 9,20% para 9,13%.

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