Petrobras ON e PN têm alta de 2,8% e 3,24%
Com o feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos, que manteve fechados os mercados em Nova York, o Ibovespa operou durante todo o pregão desta segunda-feira, 19, em leve alta. Na primeira etapa da sessão de negócios, ensaiou furar o patamar dos 85 mil pontos em um dia de vencimento de opções. Entretanto, faltou força para chegar lá. O índice à vista encerrou valorizado em 0,32%, aos 84.792,70 pontos. Os papéis da Petrobras ON e PN tiveram alta de 2,80% e 3,24%, respectivamente. As ações do Itaú Unibanco PN fecharam em baixa de 0,79%, as do Banco do Brasil ON recuaram 1,66% e as Bradesco PN perderam 0,49%.

Prévia do PIB ajudou a segurar Ibovespa
Na análise de Pedro Paulo Silveira, economista-chefe Nova Futura CTVM, a bolsa se sustentou em terreno positivo, sendo amparada não apenas pelas perspectivas para um ambiente positivo, principalmente no plano doméstico, mas em dados que seguem confirmando isso. "Seguimos vendo e confirmando o tempo todo esse cenário. Do ponto de vista corporativo, as coisas seguem acontecendo positivamente bem", afirmou. Além disso, do ponto de vista macroeconômico, as estimativas para o crescimento da economia seguem firmes. O Banco Central divulgou que o IBC-Br subiu 1,40% em dezembro ante novembro e 1,04% no ano passado.

Dólar termina em R$ 3,2347 - alta de 0,28%
A ocorrência dos feriados nos Estados Unidos (Dia do Presidente) e na China (ano-novo Lunar) reduziu a menos da metade o volume de negócios no mercado de câmbio brasileiro. O noticiário também foi escasso, principalmente à tarde, o que acabou por consolidar um ambiente de poucas referências para as transações. Nesse cenário, o dólar oscilou em um intervalo pequeno e fechou cotado a R$ 3,2347 no mercado à vista, em alta de 0,28%. O dólar chegou a exibir leve baixa no início dos negócios, numa manhã marcada pela divulgação de indicadores favoráveis, como o IBC-Br e a prévia do IGP-M de fevereiro.

Taxa DI para janeiro de 2019 ficou em 6,590%
Os juros futuros fecharam com taxas em queda nos vencimentos de curto prazo, perto da estabilidade no trecho intermediário e levemente pressionadas para cima na ponta longa, numa sessão de liquidez abaixo do padrão em meio aos feriados no exterior. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 terminou em 6,590%, de 6,620% no ajuste anterior, e a taxa do DI para janeiro de 2020 caiu de 7,71% para 7,67%. A taxa do DI para janeiro de 2021 fechou em 8,63%, de 8,62%, e a taxa do DI para janeiro de 2023 passou de 9,89% para 9,92%.

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