Mercado financeiro
Ibovespa
sobe
Dólar
sobe
Índice da bolsa brasileira sustenta alta durante toda a sessão
Sem um driver específico para dar o tom aos negócios, o Ibovespa operou durante toda a sessão sustentando a alta e com baixo grau de volatilidade. O índice à vista abriu com valorização, teve impulso com o início das negociações de seus pares em Wall Street para, na parte da tarde, flutuar ao redor de 1%. Fechou com ganhos de 0,90%, aos 84.290,56 pontos, voltando a superar o nível de 10% de ganhos no acumulado deste ano. O giro financeiro do pregão chegou a R$ 11,1 bilhões. De acordo com Thiago Figueiredo, gestor da Horus GGR, a alta desta quinta está ligada mais aos fundamentos econômicos do país do que a notícias.
Papéis da Petrobras fecham em alta
Quase no fim da sessão, nem mesmo a acelerada do ritmo de alta dos preços do petróleo no mercado internacional, com impacto direto sobre as ações da Petrobras, e dos índices em Nova York foi capaz de acelerar o Ibovespa. Os papéis ON e PN da petroleira brasileira fecharam em alta de 1,72% e 0,78%, respectivamente. Entre as blue chips ganha destaque Vale ON, que terminou o pregão com valorização de 3,24%, mesmo após ter subido quase 6% no dia anterior. Para Thiago Figueiredo, gestor da Horus GGR, os fundos de investimento estão ingressando na renda variável ao mesmo tempo em que o fluxo de não-residentes diminui.
Dólar sobe 0,27% após queda no dia anterior
O dólar fechou em leve alta, na contramão da tendência internacional. A moeda norte-americana fechou com ganho de 0,27% no mercado à vista, aos R$ 3,2295. Profissionais do mercado de câmbio consideraram a valorização um ajuste, uma vez que a divisa havia caído 2,26% na quarta-feira (14). Para Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora, a quinta-feira (15) foi de rearranjo de cotações, depois de um dia de euforia exagerada. Ele acredita que a tendência é o mercado voltar a focar em questões como a reforma da Previdência e a política monetária dos Estados Unidos.
Juros futuros de curto e médio prazo encerram sessão em queda
Os juros futuros fecharam a sessão regular em queda nos vencimentos de curto e médio prazos, enquanto os vértices longos terminaram estáveis. A reação do mercado à ata do Comitê de Política Monetária (Copom) continuou dominando os negócios à tarde e serviu de anteparo para as taxas ao aumento da pressão no câmbio. O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2019 encerrou com taxa de 6,655%, ante 6,690%, e o DI para janeiro de 2020 fechou com taxa de 7,83%, de 7,89%. A taxa do DI para janeiro de 2021 caiu de 8,76% para 8,72%. O DI para janeiro de 2023 terminou com taxa de 9,53%, de 9,54%.





