São Paulo – As taxas de juros futuros voltaram a subir ontem, confirmando que a aposta na elevação da taxa Selic em pelo menos um ponto porcentual é o piso considerado pelo mercado. A taxa do contrato de março, o que expressa a idéia do mercado sobre a reunião que ocorre na próxima semana, carrega um prêmio compatível com uma elevação entre 1 e 1,5 ponto porcentual. A taxa desse contrato fechou o pregão projetando 26,15% ao ano, contra 26,05% de anteontem.
  A piora do humor se deveu a motivos conhecidos: maus resultados da inflação e a perspectiva de guerra no curto prazo. O mercado continua achando que a meta de inflação do ano, de 8,5%, está ameaçada, e que será preciso um ajuste significativo para que ela seja atingida.
  Na BM&F, os contratos futuros encerraram o pregão com as seguintes taxas: DI de julho, 28,32% ao ano (ante 28,25% na véspera); de março, 26,15% (26,05%); e de abril, 26,90% (26,91%).

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