O mercado de notebooks mais robustos ainda é pouco explorado por aqui Tanto que a Panasonic iniciou as operações de notebooks da linha, os Toughbooks, só esta semana no Brasil Nos EUA, a marca detém 70% de market share dentro do segmento e fatura cerca de US$800 milhões ao ano com os produtos Segundo a empresa, a expansão do mercado se deve à demanda cada vez maior do público consumidor por tecnologia de ponta aliada a alta resistência
Os aparelhos mais resistentes da Panasonic são divididos em quatro grupos principais: totalmente robustos, que atendem a normas militares e são classificados de acordo com os padrões internacionais de proteção contra entrada (IP); uma linha especial 100% preparada para uso em áreas restritas (sujeitas a explosões); os semirobustos e também os robustecidos para uso de executivos e profissionais com uso frequente em viagens e em grandes deslocamentos no seu dia a dia
O que eles têm em comum é que são fabricados com componentes mais resistentes, liga de magnésio no exterior, aumentando a resistência e isolamento da parte interna para evitar a penetração de líquidos Os preços de venda no Brasil variam entre R$ 10 e R$ 25 mil
Nos EUA, os principais públicos consumidores estão no policiamento, nas Forças Armadas, no segmento de petróleo, na área de saúde e em empresas prestadoras de serviços de água, luz e telecomunicações, afirma João Alberto Simões, gerente nacional de Canais e Desenvolvimento de Novos Negócios da Panasonic Brasil Por aqui, a expectativa é replicar esse sucesso alcançado na América do Norte, com índices de representatividade semelhantes, respeitando, claro, as proporções entre os mercados
''Mas se considerarmos que a distribuição do mercado no Brasil em que pequenas e médias empresas representam 80% a 90%, qualquer empresa que tenha necessidade de utilizar computadores resistentes a poeira, chuva, derramamento de líquidos são potenciais compradores'', ressalva Simões
Os Toughbooks são produzidos pela marca há cerca de quinze anos No Brasil, a comercialização era feita só pela importação por conta própria ou por empresas independentes A partir dessa semana, o produto passará a ser vendido no País em distribuidora autorizada(MFC)

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