Comerciante do setor há 18 anos, Claudinei Benossi diz que o mercado de charutos mantém-se ''bem estável'' no Brasil, por influência das campanhas antitabagismo. ''É sempre aquele mesmo público seleto, pertencente à classe A'', diz ele, que é proprietário da Tabacaria Lazer e Prazer, em Londrina. Trabalhando com marcas nacionais e importadas, o comerciante observa, porém, que a variedade de produtos aumentou bastante desde que iniciou no segmento.
Benossi destaca que a linha nacional de charutos de alta qualidade tem venda mais expressiva em função do melhor custo-benefício. Ele observa que também há mulheres consumidoras, embora em menor número. A tabacaria comercializa charutos de R$ 5 a R$ 80 a unidade e acessórios que todo charuteiro deve ter como: caixas umidoras em madeira (de R$ 300 a R$ 5 mil) e cortador (de R$ 20 a R$ 200). Também existem porta-charutos em couro, para levar em festa (R$ 100 a R$ 200). (G.M.)

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