MERCADO DIGITAL
WhatsApp
O WhatsApp atingiu a marca de 900 milhões de usuários ativos mensalmente. O anúncio foi feito no fim da noite de quinta-feira (3) por Jan Koum, diretor-executivo da empresa, em um post no Facebook. Esse número representa um crescimento de 100 milhões de usuários ativos desde abril. Os 700 milhões haviam sido alcançados no começo de janeiro, quando a empresa revelou que todos os dias eram trocadas 30 bilhões de mensagens. Em 2015, o aplicativo tem adicionado novas ferramentas para manter o crescimento.
Mudanças
No começo do ano, liberou a possibilidade de ser acessado pelos computadores, desde que um celular com o app ligado esteja conectado ao mesmo tempo. O WhatsApp também aumentou o número de emojis, incluindo o do dedo do meio, além de promover a diversidade racial, permitindo que as figurinhas fossem colocadas em seis cores diferentes. O crescimento do WhatsApp - e também do Instagram (com 300 milhões de usuários)- tem ajudado o Facebook, dono dos dois apps, a combater a fuga de usuários mais jovens, que estão preferindo outras redes sociais.
Processo
Uma empresa americana está processando o Google ao alegar que o Waze copiou dados de seu sistema. A start-up israelense, que criou o famoso aplicativo de navegação urbana, foi adquirida, em 2013, pela gigante da internet. A PhantomALERT alega ter desenvolvido um banco de dados que mostrava pontos de interesse dos motoristas, condições do trânsito, perigo nas vias e localização de radares de velocidade. Segundo a empresa, em 2010, o Waze a procurou para que compartilhassem essas informações, mas o pedido foi negado, pois a PhantomALERT considerou que a concorrente não tinha muitos dados novos a oferecer.
Plágio
Desde então, o Waze teria ampliado o banco de dados ao copiar as informações da concorrente. Para testar se o plágio estava acontecendo, a PhantomALERT chegou a colocar alguns dados falsos no sistema, e eles foram reproduzidos pela rival. Em 2013, o Waze foi comprado pelo Google por US$ 1 bilhão. "O Waze precisava expandir o seu banco de dados para aumentar o seu valor e se tornar mais atrativo para um futuro comprador", diz Karl Kronenberg, advogado que defende a PhantomALERT. A empresa busca na Justiça americana uma indenização, além de impedir que o Waze continue funcionando com os dados copiados.





