Privacidade
O Facebook cancelou o estágio que um estudante da universidade de Harvard faria na empresa após ele ter descoberto uma falha de privacidade no Facebook Messenger, segundo site "Boston.com". Em maio, Aran Khanna criou uma extensão para o Google Chrome que mostrava como a rede social armazenava e compartilhava os dados de localização de seus usuários. As informações eram compartilhadas por padrão com qualquer contato com quem o usuário trocasse mensagens. Ao instalar a extensão, os usuários podiam monitorar os contatos sem que eles soubessem. E a falha ocorria até quando a comunicação ocorria com pessoas desconhecidas, fora das redes de contato.



Pedidos
"Decidi criar essa extensão porque nos dizem constantemente sobre como estamos perdendo privacidade com a crescente digitalização de nossas vidas, mas as consequências nunca parecem tangíveis", escreveu ele em seu blog. Segundo o estudante, o Facebook entrou em contato em algumas ocasiões, cada uma com um novo pedido. Primeiro, pediu para que ele não falasse com a imprensa para que a história não se espalhasse. No dia seguinte, pediu para desabilitar a extensão. Três dias depois, no último dia 29 de maio, o responsável global de recursos humanos teria entrado em contato com Khanna para retirar a oferta de estágio, afirmando que a extensão violava os termos de uso do Facebook.



Facebook
Em comunicado, o Facebook disse que o caso é uma "história revisionista que convenientemente omite alguns pontos importantes". "Primeiro, nós começamos a desenvolver melhorias para o compartilhamento de localização meses atrás, baseados nas opiniões de pessoas que usam o Messenger. Segundo, o mapa usava dados do Facebook de uma forma que viola os nossos termos, e estes termos existem para proteger a privacidade e segurança dos usuários. Apesar de pedirmos repetidamente para ele remover o código, o criador deixou a ferramenta funcionando. Isso é errado e é inconsistente com a forma que pensamos em servir a nossa comunidade", dizia a nota.



Windows
Lançado em 2012, o Windows 8 trouxe diversas novidades visuais para a plataforma. Na época, desenvolvedores independentes criaram programas que driblavam a interface, trazendo a sensação de usar versões mais antigas do sistema operacional. O Windows 10, que chegou no último dia 29 de julho, deveria consertar aquilo que não agradou. Ainda assim, uma empresa independente continua desenvolvendo software que dá um ar retrô para a mais nova versão do Windows. A Stardock criou o Start10, um programinha que transforma o menu Iniciar do Windows 10, deixando ele com a cara que tinha no Windows 7. Além disso, o Start10 permite outras personalizações, como fazer mudanças nos botões, nas cores e no tipo de design.

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