Bolsos antivírus
Com o aumento de dispositivos capazes de realizar transferências de dados sem a necessidade de contato físico, cresce também o risco de roubo dessas informações pelas mesmas vias. Uma marca de roupas encontrou uma solução para amenizar o problema: bolsos com "antivírus". A Betabrand está tentando financiar uma calça jeans cujos bolsos serão capazes de bloquear as frequências utilizadas na tecnologia RFID (Identificação por rádio frequência, na sigla em inglês), usada em alguns passaportes e cartões de crédito para transações sem contato. Para isso, a marca se associou à Symantec, conhecida marca de antivírus, que certificou os bolsos da peça contra roubos de dados via RFID.

Proteção
Batizada de "Ready Active Jeans", a calça conta com dois bolsos de proteção máxima (um na frente e outro atrás). No resto, ela é uma calça como qualquer outra: feita de algodão e poliéster. E pode ser lavada na máquina normalmente. O segredo da "Ready Active jeans" está no tecido usado nos bolsos especiais. A Betabrand está fazendo o financiamento coletivo pelo próprio site da empresa - até a conclusão deste texto já havia superado em 66% a meta. O valor da contribuição é de US$ 150 e a estimativa de entrega é fevereiro do ano que vem.

Twitter
O Twitter anunciou ontem que a quantidade de brasileiros que usam a rede social cresceu 25,6% neste ano em relação ao ano passado, maior incremento anual desde 2010. A companhia afirmou que a rede também se consolidou como "segunda tela", uso em celulares e tablets enquanto assiste à TV: de 62% dos usuários no País que usavam o app no celular ou no tablet em 2013, essa porção subiu para 72%. Na divulgação de ontem, um balanço do ano, a companhia divulgou que a equipe situada no Brasil, um de seus cinco maiores mercados, está composta por 63 funcionários, no Rio e em São Paulo. A operação local foi iniciada em 2012. A empresa disse que o pessoal contratado por aqui deve ser aumentado em 70% no ano que vem.

Nova ferramenta
Sem alardes, o YouTube começou a testar na semana passada uma nova ferramenta que permite criar GIFs de até seis segundos a partir de trechos de vídeos. Para acessá-la, é preciso estar logado em uma conta do Google e abrir as opções de compartilhamento da publicação. É possível também inserir textos nos GIFs criados. Uma postagem de novembro do perfil oficial "YouTube Creators" no Google Plus convidava donos de canais a se inscreverem para receber a versão beta da ferramenta.

Anúncio
"Se uma imagem vale mil palavras, então quantas palavras vale um GIF?", questionou o engenheiro de software do YouTube, Michal Chang, no vídeo de anúncio. "Assumindo que um GIF tem cerca de três segundos, e que são 15 quadros por segundo, isso dá 45 quadros. Isso significa que um GIF deve valer 45 mil palavras, certo?", brincou. Por enquanto, o recurso está disponível em apenas alguns vídeos de canais específicos, como o "PBS Idea Channel".

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