MERCADO DIGITAL
PUBLICAÇÃO
sábado, 08 de fevereiro de 2014
Amazon
A Amazon iniciou ontem a venda de produtos físicos pelo seu site no Brasil. Neste primeiro momento, a varejista americana venderá só o leitor digital Kindle e acessórios. O Kindle já era vendido no País, em redes de varejo. A Amazon Brasil não revela quando a empresa vai iniciar a venda de livros, mas a expectativa do mercado editorial é que isso aconteça ainda no início deste ano.
A maior varejista do mundo, que nasceu vendendo livros físicos, estreou no Brasil em dezembro de 2012, com publicações digitais apenas. Com pouco mais de um ano, o mercado de livros digitais em português já representa de 3% a 4% das vendas do País. São quase 30 mil títulos - de um total de quase 100 mil títulos à venda. O Kindle será vendido em três versões, já disponíveis no mercado brasileiro por meio de varejistas selecionados. Os preços variam de R$ 299 (modelo básico) a R$ 699 (PaperWhite 3G).
Google Glass
O Google anunciou o lançamento de armações de óculos de grau que se adaptam ao uso do Google Glass. Uma das queixas dos usuários na época do lançamento do produto era que o Glass não podia ser usado por quem precisava de óculos com lentes corretivas para enxergar. O problema aparentemente foi resolvido com o lançamento de sete opções de armação, incluindo versões para óculos de sol. Os modelos custam US$ 225 (cerca de R$ 540) e são um upgrade oferecido aos usuários que já fazem parte do grupo selecionado pela empresa para a compra do Google Glass atualmente custando US$ 1,5 mil (cerca de R$ 3,6 mil). Feitas de titânio, as armações para óculos com lentes corretivas claras possuem quatro estilos: Curve, Thin, Split e Bold. Para óculos de sol, são três opções: Edge, Classic e Active. O Glass é encaixado nos óculos de grau com parafusos.
IDC
As vendas de notebooks, computadores de mesa (PCs), tablets e smartphones devem atingir 71 milhões de unidades no Brasil ao longo de 2014, crescimento de 23% em relação às 57,7 milhões de unidades comercializadas em 2013, de acordo com pesquisa divulgada esta semana pela consultoria IDC. Segundo a consultoria, a venda de aparelhos deve ser puxada não só pelos consumidores comuns, mas também pela procura de empresas que têm estruturado o trabalho à distância de seus funcionários, os chamados "mobile workers" (trabalhadores móveis). Para 2014, a perspectiva é de um crescimento mais forte de tablets e smartphones do que de notebooks e PCs. Em 2013, os smartphones representaram cerca de 51% das vendas de celulares no País, enquanto em 2014, essa fatia deve saltar para cerca de 73%. Segundo a IDC, esse avanço se deve ao aumento na oferta de aparelhos com preços abaixo de R$ 500, além de pacotes de dados com preços variados por parte das operadoras.



