Um empreendimento com características dos antigos mercados municipais, mas com acabamento moderno deve começar a ser construído na Zona Sul de Londrina até o final do ano. O projeto arquitetônico do Mercado da Cidade foi apresentado ontem pelo arquiteto Nivaldo Callegari. Orçada em aproximadamente R$ 15 milhões, a obra terá cinco mil metros quadrados e será erguida num terreno de dez mil metros quadrados na avenida Harry Prochet (com avenida Waldemar Spranger). A previsão de término é de 18 meses.
O investimento é de um grupo de três empresários de Jundiaí (SP), liderados por Michael Barkoczy, da CVC Turismo. Eles possuem outros três mercados do gênero no interior de São Paulo e têm planos de construir mais 17 pelo Brasil. A proposta é que o local venda produtos de primeira linha relacionados à alimentação (hortifrutis, vinhos e cervejas, embutidos, queijos, carnes, entre outros) voltados para as classes A e B. Mas também haverá espaço para artesanato, lazer e serviços.
O Mercado da Cidade terá 124 boxes (de 18 e 24 metros quadrados), que serão vendidos. O preço, cujo valor não foi divulgado, poderá ser parcelado em até 24 vezes. ''Todos os boxes poderão ter mezanino, pois terão pé direito de 5 metros'', explica Callegari. Segundo ele, no térreo ficarão 108 boxes e no piso superior outros 16, que vão compor a praça da alimentação. Um elevador, escadas e rampas farão a ligação entre os dois pisos.
O arquiteto informa que a obra será coberta com telhas térmicas e dotada de sistema de ventilação. O piso será de granilite (como os dos shoppings centers). O estacionamento contará com 200 vagas. Segundo a assessoria de imprensa, o grupo paulista escolheu a Zona Sul de Londrina para o investimento depois de fazer uma pesquisa e constatar que a região tem grande potencial de crescimento e é carente de opções na área da alimentação.

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