Além de manter o preço de R$ 60,00/US$ 20,1 por arroba (maior preço do dia, pago ontem em Maringá), o mercado voltou a dar sinais de novas altas. ''A dificuldade de compra é grande, levando à novas correções positivas'', informa a Scot Consultoria. As programações de abate atendem, em média, 3 dias, ainda com o volume diário de abates bastante reduzido. Outro efeito da pouca oferta é que o ágio por animal rastreado, com bom acabamendo, tende a aumentar. Os analistas de mercado disseram ontem que ''em São Paulo não há boi gordo''. Os compradores paulistas forçam as buscas em outros Estados como Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. As ofertas são de R$ 59,00/arroba, livres de Funrural por boiada rastreadas em Minas Gerais e Goiás. Os confinamentos não podem contribuir porque os animais ainda não estão prontos na maioria dos estabelecimentos.

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