ALGODÃO

Amanhã a Conab oferta 2.940 toneladas de algodão em pluma em EGF e 1.067 t em AGF. Volume ofertado é saldo do leilão anterior. Mercado físico paralisado pela ausência de ofertas.

ARROZ

O mercado começa a receber logo depois do Natal os primeiro carregamento de arroz vindo da Argentina. No Norte do Paraná deve chegar cerca de 50 mil sacas. O produto chega aqui custando R$ 33,40/saca de 60kg beneficiado. Enquanto que o arroz de 1ª do RS fica em R$ 36,40/sc.

CAFÉ

Mercado firme, com bastante interesse e alguns negócios fechados. A saca do café bebida dura, tipo 6, é cotada a R$ 121,00, o riado, tipo 6, foi negociado a R$ 115,00/saca. Em Nova York, o produto fechou novamente em alta.

FEIJÃO

O Paraná já colheu 31% do feijão plantado nesta safra, deste total, foram comercializado 7%. A produção do Estado deve ficar em 390 mil toneladas. Mercado frouxo, bem ofertado. A saca do carioquinha varia entre R$ 27,00 e R$ 28,00.

MILHO

Mercado de milho trabalha bastante ofertado. As cotações do grão já caíram 28% desde o início de outubro, e deve continuar caindo, com a entrado do produto importado do Paraguai. A saca ao produtor ontem era cotada a R$ 6,00/6,10.

SOJA

Sem alteração o mercado de soja. Os negócios com o grão estão paralisados, o que é normal para a época do ano, quando muitas indústrias entram em férias coletivas. A saca ao produtor é cotada entre R$ 16,10 no Norte do Paraná.

TRIGO

O trigo de baixa qualidade deve ocupar o lugar de 700 mil toneladas de milho, principalmente na suinocultura. O mercado de trigo de qualidade só se movimenta através dos leilões de PEP.

AVES

O baixo consumo e o excesso de ofertas deixam o mercado de aves bastante calmo. Segundo boletim da Avipar, o quilo do frango vivo permanece cotado em R$ 0,75 e a ave abatida e resfriada ficou em R$ 1,15/kg.

GADO

A maioria dos frigoríficos do Paraná preencheram suas escalas de abate desta semana. A arroba do boi gordo ficou estável em R$ 22,00 com 30 dias. Mercado trabalha com tendência de novas baixas.

SUÍNO

Ontem o mercado de suínos ainda trabalhava com os volumes de negócios normais, sem os reflexos das festas de final de ano aguardados pelo setor. O quilo do animal tipo carne para abate ficou entre R$ 0,90 e R$ 1,00, dependendo do prazo.

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