ALGODÃO

A falta de ofertas trava o mercado interno de algodão. A procura é boa. Leilão da Conab na semana passada comercializou 100% das ofertas, com a libra-peso fechando em média a R$ 0,93. O produto vindo da Argentina chega cotado a R$ 0,85/libra peso, com seis meses de prazo.

ARROZ

Poucos negócio no mercado de arroz. A safra no Rio Grande do Sul será menor, mas nem isso faz reagir o mercado do produto. Na região de Cornélio Procópio, a saca do arroz em casca longo é cotada a R$ 13,00/14,00.

CAFÉ

Mercado de café ontem trabalhou um pouco mais procurado, mas as cotações no Paraná não registraram alterações. Na Bolsa de Nova York, o produto fechou com alta de 270 pontos para o mês de dezembro. A saca do café bebida dura, tipo 6, ficou cotada em R$ 112,00 e o riado a R$ 105,00.

FEIJÃO

Bastante ofertado o mercado de feijão. Tendência de novas baixas nas cotações. A saca do carioca colhido no PR é cotada entre R$ 38,00 e R$ 43,00, dependendo da qualidade.

MILHO

Mercado de milho ontem trabalhou calmo, com certa pressão de venda. No mercado de lotes, a saca variou entre R$ 7,60/8,00, em nível de vendedor. Mas os compradores sinalizavam com R$ 7,40/7,50.

SOJA

Escassez de ofertas deixa o mercado interno firme. A saca de 60 kg, no mercado de lotes, era ofertada ontem a R$ 18,20. Os compradores falavam em R$ 18,00. O grão fechou com baixa na Bolsa de Chicago para o mês de dezembro.

TRIGO

Bastante calmo o mercado de trigo. As indústrias não têm comparecido ao mercado. No Norte do Paraná, a idéia de preço para a tonelada do trigo superior é de R$ 160,00.

AVES

Segundo boletim da Avipar, o quilo do frango para abate permanece com as cotações estáveis entre R$ 0,80 e R$ 0,85. A ave abatida e resfriada, em nível de indústria, é cotada a R$ 1,25/kg. Mercado calmo.

GADO

Ontem os frigoríficos do Paraná trabalhavam cotando a arroba do boi gordo a R$ 21,00. Alguns pecuaristas já fechavam negócios nestes níveis. A oferta é grande. A tendência do mercado é de novas quedas.

SUÍNO

O aumento na procura por parte dos frigoríficos e a pequena oferta de animais fez com que o quilo do suíno para abate subisse para R$ 1,00. A falta de suínos deve continuar, já que os produtores estão descapitalizados e não têm como repor animais.

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