Algodão
O preço de algodão/pluma, calculado pela Esalq/BM&F, ficou ontem em R$ 0,8688/libra-peso, estável. Em dólar, 47,62 cents de dólar por libra-peso (+0,13%).
Arroz
O agulhinha, longo, fino, tipo padrão, fardo de 30 kg, beneficiado foi negociado ontem em Apucarana, Maringá e Cascavel por R$ 18,00/18,50. Cerealistas Walter Bessa, de Ponta Grossa, e Luiz Fernando Frias, de Apucarana, constataram aumento no consumo este mês.
Feijão
Mercado estável para o feijão preto em Curitiba, Ponta Grossa e Irati. Atacado em Ponta Grossa: R$ 28,00/30,00/saca. Preço médio do carioca no Paraná: R$ 47,00. Preço ontem em Ivaiporã: R$ 40,00/45,00. Em Pato Branco, R$ 41,00 a R$ 45,00 (preço de lote). Veja também preços do Deral e BCML.
Café
Mercado ‘‘travado’’ ontem em Nova Esperança, Maringá, Ivaiporã, Londrina e Jacarezinho. NY fechou em baixa de 185 pontos (78,50 centos de dólar/libra-peso). Veja cotações da BCML.
Milho
Os negócios no mercado futuro da BM&F prevêem novembro como o período de maior pressão nos preços do milho: US$ 8,45/saca para aquele mês.
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Soja
Como na segunda-feira, preços foram mantidos ontem acima dos R$ 18,50. Em Cascavel, Maringá e Cornélio Procópio preços variaram a partir de R$ 18,80 no mercado de lotes. Ponta Grossa ficou R$ 19,30 (em alguns casos, R$ 19,50). Veja abaixo preço ao produtor.
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Trigo
Mercado estável, ontem, terça-feira. Preços variaram entre R$ 17,00 e R$ 17,40 em Cascavel e Maringá.
Frango
Frango limpo, resfriado: Mercado regular, reposição moderada. Preço estável em torno de R$ 1,50/kg em Curitiba e Região Metropolitana.
Boi gordo
Preço máximo no Paraná manteve os R$ 42,00, em Maringá (veja demais praças nos quadros abaixo). Esse teto deve ser mantido nos próximos dias; depois deve ceder. Por enquanto ofertas continuam curtas, segundo a FNP. São Paulo recuou ontem: R$ 41,00 (R$ 41,50 na segunda-feira).
Suínos
Preços inalterados em Toledo. Preço ao produtor do sistema integrado: R$ 1,12 mais avaliação de carcaça: R$ 1,20/1,25/kg. Preço fora da integração: R$ 1,35. APS prevê novo aquecimento do mercado. O que ocorre é que a carne de suíno no Paraná tem qualidade sanitária - informa Severino Bezerra, diretor-técnico da APS. ‘‘O trabalho para garantir qualidade é grande e as granjas investiram muito nesse item’’, garante o técnico. ‘‘Hoje a carne suína do Paraná é comparada as carnes de Primeiro Mundo’’. Em São Paulo, preço caiu por culpa da aftosa.

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